O deputado federal e presidente do Avante Bahia, Pastor Sargento Isidório, aponta que é preciso bastante diálogo para resolver o clima criado com o Partido Progressitas após a entrevista de Jaques Wagner (PT) à rádio Metrópole, onde comunicou que o governador da Bahia, Rui Costa (PT), ficará até o fim do mandato e não mais será candidato ao Senado Federal, frustrando o plano costurando anteriormente para que João Leão assumisse o governo em um mandato tampão, de nove meses.
“Costumo dizer que sou pequenininho, quem sou eu dar opinião… temos que aguardar. Eu faço parte do governo Rui Costa, que é também de Wagner, e como bom soldado, o bom soldado aguarda orientação do comando de quartel. Acho que quem não pode ser prejudicado é o povo. Como eu sou pastor, tenho que orado por todas autoridades. Eu tenho lado, todo mundo sabe que sempre estive com a base, o trabalho social que coordeno foi socorrido por esses governos do PT, Wagner, Rui Costa, e agora tenho de aguardar o que é que vai ser resolvido, não cria tempestade sem necessidade. Acho que Rui Costa é super inteligente e trabalhador, o apelido Correria não é marketing, é real pelas entregas, o trabalho que tem feito na Bahia, dando continuidade, ele ajudará na solução do problema”, pontuou Isidório.
O deputado pastor segue falando de sua crença de que Deus ajudará na pacificação da base de Rui Costa.
“A gente precisa crê que Deus vai pacificar, usar o nome de alguém para pacificar. Deus tem controle, sabe toda coisa, penso que não há nada que conversando não se resolva. Temos um quadro importante, sério, que é Rui Costa, mas que não trabalha sozinho, trabalha reconhecendo o apoio de Leão, guerreiro, o apoio do PP; de Otto Alencar, homem de palavra, sério, do PSD, de Lídice, mulher trabalhadeira, do PSB, enfim, de todos os partidos e líderes da base. O problema é que temos muita gente para pouco espaço, mas essa é umas questões que está ocorrendo em tudo quanto lugar. Do outro lado você acha que não tem problema? Tem também. Creio que Deus vai fazer melhor pela Bahia”, ponderou sargento Isidório.
Como alternativa para o fim da chapa que tinha Otto Alencar (PSD) como candidato ao governo, o PT prometeu apresentar um nome entre Moema Gramacho, Caetano e Gerônimo Rodrigues.
Questionado se não nomes fortes para disputa, o Isidório respondeu: “eu acho que para disputar eleição qualquer nome é nome. Qualquer nome, se citar seu nome, é nome; o meu nome, se tivesse essa vontade de concorrer, seria um nome. O importante é estarmos unidos para vencer”.
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