Wagner reconhece que se incomodou com saída de Coronel, mas fala que não tem “zanga”

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Em entrevista à Rádio Baiana FM nesta segunda-feira (6), o senador e pré-candidato à reeleição Jaques Wagner (PT) reconhece que se incomodou com o afastamento político do também senador Ângelo Coronel (Republicanos), no entanto, preferiu adotar um tom conciliador ao tratar do assunto.

O parlamentar ressaltou que o ex-pessedista teve trajetória dentro do grupo político governista, mas decidiu seguir outro caminho. “Ele cresceu com a gente, foi presidente da Assembleia dentro do grupo, mas decidiu sair. Vai fazer a campanha dele, e nós vamos fazer a nossa”, declarou.

Embora admita que se incomodou, o petista pontuou que não há espaço para conflitos pessoais. “Para mim não tem zanga, não tem xingamento”, acrescentou.

O ex-chefe do Palácio de Ondina destacou que sua estratégia política está centrada na unidade. “Eu trabalho para juntar. Política você faz juntando gente e não espalhando”, continuou.

Ao concluir, o petista fez questão de projetar o cenário eleitoral, defendendo a reeleição do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e a manutenção de Geraldo Júnior (MDB) como vice, além de sua própria recondução ao Senado e a eleição do ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) para o Senado.

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