Durante entrevista à rádio Antena 1 nesta segunda-feira (6), o senador e pré-candidato à reeleição Angelo Coronel (Republicanos) falou da composição das suplências em sua candidatura, na chapa de oposição ao lado do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador, ACM Neto (União). O parlamentar destacou sua relação com Marcelo Nilo (Republicanos), ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) por dez anos, período que antecedeu a chegada de Coronel ao comando da Casa Legislativa baiana.
De acordo com ele, não existe restrições quanto à participação de Nilo em eventual composição política e, descartou a possibilidade de vetar o nome de Nilo caso ele seja o escolhido ou indicado para suplência do Senado. Coronel ainda fez questão de defender que ao ganhar a disputa da presidência da Alba para Nilo, não foi uma derrota do então adversário na ocasião.
“Não foi uma perda, na verdade foi umas férias tiradas na época por Marcelo, que já tinha 10 anos, para dar espaço a outro. Hoje estamos muito bem, sem problema algum. Marcelo, hoje, assume a Câmara Federal como deputado federal, e quem sabe ele pode até se viabilizar para ser o novo candidato eleitoral federal. Mas se, por acaso, Deus aguar para ele participar da nossa chapa, eu não vejo problema nenhum, não existe veto, nem a ele, nem a ninguém. Eu só quero pessoas que venham realmente a representar o municipalismo”, declarou.



