Preservando o Fascismo, movimento encabeçado pelo ditador italiano Nelson Mussolini, responsável por assassinatos e tortura de opositores e democratas, além de massacres em países da áfricas, a exemplo da conquista da Etiópia, onde promoveu o uso de arma químicas dizimando mulheres, crianças, idosos sem qualquer sinal de piedade, esse regime genocida que é uma das inspirações do líder máximo do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, e de muitos de seus apoiadores, parece também servir de egéria para o deputado estadual Capitão Alden (PSL), que o deixou de fora do PL que pune homenagem aos regimes conhecidos pela violação dos direitos humanos, apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia nesta semana.
O projeto de lei apresentado pelo deputado Capitão Alden (PSL) proíbe que seja dado a bens públicos, prédio, rodovias e repartições o nome de “pessoa que tenha sido responsável por ato atentatório aos direitos e às liberdades fundamentais, violadores de direitos humanos, especialmente ligados à revolução comunista, socialista cubana, nazistas”.
De acordo com a proposição, apresentada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o desrespeito à medida pode sujeitar o infrator à multa no valor de R$ 10 mil, aplicada em dobro em caso de reincidência.
Ao justificar a proibição, Alden disse que o objetivo é evitar agentes políticos ou públicos que tenham relação ou participado e promovido efetivamente atos atentatórios à dignidade humana, sejam homenageados como heróis.
“Os regimes comunistas, por exemplo, mataram mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo e mesmo assim, agremiações de diversas matizes, defendem esse nefasto regime, mascarando as reais faces do terror em ideais de igualdade entre as classes sociais”, afirmou o deputado, na justificativa do PL.
Para ele, é comum tais regimes apresentarem inenarráveis violações aos direitos individuais na política interna e suprimindo cada vez direitos individuais e coletivos. “Em função de suas ideologias, os simpatizantes, adeptos ou militantes da causa, estão prontos para disseminar a barbárie”.
O deputado afirmou ainda que o comunismo compartilha da mesma essência totalitária e coletivista do nacional-socialismo, duas ideologias que no século XX deixaram incontáveis vítimas: “de igual modo, outros regimes, ditos socialistas, capitanearam a perseguição e morte de judeus, e das mais variadas formas possíveis, com campos de concentração para intensificar e automatizar a forma de exterminar judeus”.



