“Há um clamor popular por mudança”, diz Débora Régis ao projetar vitória de ACM Neto após liderança em pesquisa

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Prefeita de Lauro de Freitas cita empate técnico na pesquisa Quaest e compara cenário estadual com sua própria vitória sobre gestões petistas no município: “Assim como aconteceu em Lauro de Freitas, irá acontecer na Bahia”.

A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Régis (União Brasil) , afirmou nesta quarta-feira (29) que o empate técnico entre o pré-candidato da oposição, ACM Neto (União Brasil) , e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) , revelado pela última pesquisa Quaest, reflete um sentimento de desgaste que ela diz perceber nas ruas.

“Logicamente que a gente sabe que a eleição ainda é em outubro, mas sabemos também que há um clamor popular por mudança. A gente percebe isso nas ruas. Eu viajei agora semana passada, estive no local, fiz algumas pesquisas em alguns lugares e realmente as pessoas querem mudança”, avaliou a prefeita.

Paralelo com Lauro de Freitas

Aliada de primeira hora de ACM Neto, Débora Régis traçou um paralelo entre o cenário estadual e sua própria trajetória política em Lauro de Freitas, onde encerrou um ciclo de gestões petistas nas últimas eleições municipais. Ela acredita que o fenômeno de alternância de poder deve se repetir em nível estadual no pleito de outubro.

“Chega do que está aí, a gente precisa dar um ar novo para a Bahia. Assim como aconteceu em Lauro de Freitas, com certeza irá acontecer na Bahia em outubro deste ano”, disparou a gestora, reforçando a confiança na vitória da oposição.

A declaração ocorre em meio à definição das chapas majoritárias para as eleições de outubro. A oposição tem ACM Neto (governador), Zé Cocá (PP) (vice), e os senadores Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) . O governo estadual mantém Geraldo Júnior (MDB) como vice na chapa de reeleição de Jerônimo Rodrigues, ao lado dos senadores Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT) .

A pesquisa Quaest que aponta empate técnico entre Neto e Jerônimo tem alimentado a expectativa oposicionista de que a alternância é possível após quase duas décadas de governos do PT.

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