A secretária Mayra Pinheiro, de Gestão do Trabalho e da Educação do MS (Ministério da Saúde), apelidada de Capitã Cloroquina, pela defesa efusiva que faz do medicamento sem comprovação científica no tratamento do novo coronavírus, afirmou, em oitiva da CPI da Covid, que não houve defesa da chamada “imunização de rebanho” pelo governo federal.
A tese defende que ocorre uma imunidade coletiva após uma contaminação em massa, e já foi defendida publicamente por Jair Bolsonaro (sem partido) em 2020.
“[A tese] Não pode ser aplicada indistintamente. É preciso que isso seja contextualizado. Não é possível prever o quanto expor da população para que atinja o benefício, não podemos tomar isso fora do contexto”, destacou Mayra.
Questionada se havia uma defesa da tese no MS, ela declarou: “Nenhuma vez que eu estivesse presente. No MS, nenhuma defesa foi feita dessa tese”.



