A secretária Mayra Pinheiro, de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, criticou o processo de estigmatização sofrido por medicamentos do chamado KitCovid, que, segundo a gestora, poderia ter evitado óbitos e internações.
Pinheiro ficou conhecida como Capitã Cloroquina pela defesa dos medicamentos do chamado Kit Covid.
Pinheiro citou o experimento realizado no Amazonas, com o uso de inalação de hidroxicloroquina, que acabou matando diversas pessoas; e o estudo publicado na revista médica The Lancet, feito por um laboratório francês, em 2020, destacando o potencial de cura da Covid-19 com o tratamento da hidroxicloroquina, que depois mostrou-se falso, após a descoberta de furos metodológicos.
O laboratório emitiu um comunicado pedindo desculpas meses depois.
“Trabalhos estigmatizaram essas medicações. A gente teve um grande prejuízo a humanidade, pessoas que poderiam não ter sido hospitalizadas e não terem ido a óbito se não tivéssemos criminalizado duas medicações [cloroquina e Ivermectina] antigas, seguras e baratas, que poderiam ter sido disponibilizadas e prescritas. Hoje, o que a gente assiste é uma perseguição aos profissionais que são autônomos para prescrever, que vem sendo vigiados no exercício de suas atividades”, criticou Mayra Pinheiro.



