Bruno Reis diz que gestão petista nunca construiu maternidade em Salvador

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Em entrevista à imprensa durante abertura da Bienal do Livro da Bahia nesta quarta-feira (15), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), voltou a criticar a o Executivo estadual ao falar sobre saúde pública na capital. De acordo com ele, a gestão estadual deixou de cumprir responsabilidades históricas, como a construção de uma maternidade na cidade, apesar de décadas à frente da administração estadual.

“Eles nunca construíram a maternidade em Salvador, apesar de estarem no governo há 20 anos, e ficarem com os recursos da atenção especializada, que era obrigação do governo”, declarou.

O gestor ainda citou outros equipamentos que, de acordo com ele, foram negligenciados ao longo dos anos, como o Ginásio Antônio Balbino, conhecido como Balbininho, e o Centro de Convenções da Bahia.

“Destruíram o Balbininho, e hoje a cidade não tem um ginásio de esportes. Deixaram de investir no Centro de Convenções”, acrescentou.

Além de fazer críticas à gestão estadual, ele ainda fez questão de ressaltar os investimentos realizados pelo Executivo municipal, destacando a construção de novos equipamentos de saúde e a ampliação da rede municipal.

“A prefeitura faz centro de convenções, faz arena multiuso, também agora faz maternidade, hospital da criança para cirurgias eletivas, UPA infantil”, continuou.

O chefe do Palácio Thomé de Souza pontuou que Salvador está prestes a inaugurar o quarto hospital municipal, número que, de acordo com ele, representa um avanço significativo em relação ao cenário encontrado no início da gestão.

“Quando nós chegamos à prefeitura, a cidade não tinha um único hospital municipal sequer. Nós estamos indo para o quarto hospital, 18 UPAs, cinco policlínicas e 70% de cobertura da atenção básica”, afirmou.

Para concluir, o prefeito reiterou que os investimentos na saúde devem continuar nos próximos anos, com novos projetos voltados à ampliação do atendimento e à oferta de serviços especializados.

“Vamos seguir investindo. Vem aí o centro diagnóstico, a ótica popular e mais ampliação da atenção básica e de outras unidades de saúde”, finalizou.

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