Presidente da Associação Comercial da Bahia afirma que entidade manterá neutralidade e promoverá encontros com técnicos, analistas e postulantes; primeiro evento está previsto para maio, apesar de problema estrutural no Salão Nobre.
SALVADOR – A presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB) , Isabela Suarez, reafirmou nesta quinta-feira (19) o compromisso da entidade com a neutralidade e o diálogo institucional diante do cenário eleitoral de 2026. Durante a 5ª Reunião da Diretoria Plenária, ela garantiu que a ACB manterá sua tradição de promover debates com os candidatos aos governos estadual e federal, além de encontros com técnicos e analistas políticos.
“A ACB vai seguir mantendo a tradição dela, se comportar de forma suprapartidária, convidando técnicos, analistas e candidatos para debater”, assegurou a dirigente, projetando um ambiente eleitoral “absolutamente acirrado”.
Desafio logístico
Apesar do planejamento, a realização dos tradicionais encontros no Salão Nobre da entidade enfrenta um entrave estrutural. Um problema no teto do espaço obrigou a diretoria a buscar alternativas para sediar os debates. “Infelizmente, fomos acometidos por um fato superveniente, que é o problema do teto do Salão Nobre. Ainda estamos analisando qual o lugar mais conveniente para promover esse debate”, explicou Isabela, destacando que o imprevisto não compromete o cronograma das atividades políticas.
Calendário definido
A expectativa da ACB é realizar o primeiro grande evento voltado às eleições ainda no primeiro semestre. Segundo a presidente, um analista político de destaque já foi convidado, mas o nome e a data dependem da definição do novo local. “Provavelmente, no final de maio, faremos o primeiro encontro que versa sobre eleições e perspectivas do cenário político de 2026”, antecipou.
Papel da entidade
A estratégia da entidade para 2026 será priorizar a qualificação do debate, oferecendo aos associados e à sociedade um espaço técnico para análise das propostas dos candidatos. Para Isabela, esse papel é essencial em um contexto de forte polarização política. “A gente entende que as eleições, principalmente as majoritárias, serão absolutamente acirradas. Por isso, a importância de debater com técnicos e analistas para compreender o que está por vir”, concluiu.



