Presente nos preparativos para a tradicional Lavagem de Arembepe, realizados nesta sexta-feira (13), em Camaçari, o presidente do PT na Bahia, Tássio Brito, falou sobre as recentes discussões envolvendo o chamado “caso Master” e afirmou que o episódio evidencia, de acordo com ele, a forma como governos petistas lidam com investigações de corrupção no país.
Em entrevista à imprensa, o dirigente partidário destacou que as apurações que vieram à tona teriam sido iniciadas por órgãos de controle do próprio governo federal.
“O caso Master é uma prova inequívoca de como o PT e os governos do PT tratam a corrupção no Brasil. É um caso que foi descoberto pelo Banco Central do nosso governo, pela Receita Federal do nosso governo e pela Polícia Federal do nosso governo. Aquela prática de governos que deixavam que esses negócios de corrupção dos grandões ficassem escondidos acabou”, declarou.
De acordo com o dirigente, a atuação dos órgãos de fiscalização demonstra que o governo federal tem mantido mecanismos de investigação em funcionamento, independentemente de quem seja o alvo das apurações.
“No nosso governo a gente investiga e pune aqueles que estão envolvidos em crimes de corrupção. Para nós, isso é mais um elemento para debater com a população sobre como cada grupo político enfrenta, de fato, a corrupção”, acrescentou.
Brito ainda comentou notícias que apontam que o ex-prefeito de SalvadorBrito teria recebido valores por meio de uma empresa vinculada ao Banco Master, ressaltando que caberá às autoridades esclarecer os fatos.
“Os noticiários mostram que o ex-prefeito recebeu dinheiro na conta da empresa dele do Banco Master. Acho que ele deve explicações à população. Ele tem tentado explicar que consultoria foi essa, por que prestou essa consultoria. Não cabe a nós fazer julgamento. A polícia e a Justiça investigam e vão chegar a uma conclusão”, continuou.
Para concluir, o dirigente partidário destacou que o papel do governo é garantir que os instrumentos institucionais de combate à corrupção continuem funcionando.
“Cabe a nós garantir que o governo mantenha os instrumentos de combate à corrupção funcionando, como tem acontecido no nosso governo”, finalizou.



