Deputado estadual classifica episódio como exercício legítimo da democracia e destaca que legenda acolhe novas lideranças; sobre vice de ACM Neto, cita Sheila Lemos, Zé Cocá e Zé Ronaldo como nomes fortes.
O deputado estadual Júnior Nascimento (União Brasil) comentou, nesta segunda-feira (2), a repercussão de uma manifestação política registrada em Itapetinga e tratou das articulações para as eleições de 2026 na Bahia. Em entrevista à imprensa, o parlamentar defendeu o direito de manifestação da cidadã envolvida e reforçou que o episódio representou o exercício legítimo da democracia.
“Não houve qualquer tipo de tumulto, foi uma cidadã expressando o que deseja para o cenário político de 2026, dentro do campo democrático e de forma natural”, afirmou Nascimento, que disse não ter tido acesso à fala do governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre o caso, mas reforçou que a situação não pode ser tratada como desordem.
Portas abertas para Angelo Coronel
Durante a entrevista, o deputado também comentou a possibilidade de o senador Angelo Coronel (ex-PSD) se filiar ao União Brasil. Nascimento destacou que a legenda está aberta a novas lideranças e classificou Coronel como um nome de peso na política baiana e nacional.
“Se o senador optar por ingressar na sigla, será bem recebido e poderá disputar as eleições pelo partido. A decisão cabe exclusivamente a ele”, afirmou.
Definição do vice
Questionado sobre a composição da chapa majoritária para 2026, incluindo a escolha do candidato a vice na eventual candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao governo do Estado, o deputado afirmou que a definição ficará sob responsabilidade das principais lideranças do grupo, como o próprio ACM Neto e o prefeito de Salvador, Bruno Reis.
Nascimento citou possíveis nomes que poderiam compor a chapa, como a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos; o prefeito de Jequié, Zé Cocá; e o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, além de outras lideranças que, segundo ele, têm condições de contribuir em uma candidatura majoritária.



