Senador relembra aprovação do PL 1951/2021 no Senado, atualmente em tramitação na Câmara, e defende presença feminina no poder como “fundamental para uma sociedade mais justa”.
O senador Angelo Coronel utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (24), data em que se celebra a conquista do voto feminino no Brasil, para destacar sua contribuição ao Projeto de Lei 1951/2021, de sua autoria, que reserva no mínimo 15% das vagas nas câmaras municipais, assembleias estaduais e na Câmara dos Deputados para mulheres.
“A conquista histórica do voto feminino é uma grande vitória para as mulheres brasileiras! Seguimos avançando e tenho orgulho de contribuir com o PL 1951/2021, que apresentei e foi aprovado no Senado, e agora está em tramitação na Câmara. O projeto aumenta a presença de mulheres nos parlamentos brasileiros, reservando no mínimo 15% das vagas nas câmaras municipais, estaduais e federal às mulheres”, escreveu o senador.
A postagem ocorre em uma data simbólica: em 24 de fevereiro de 1932, foi promulgado o Decreto 21.076, que instituiu o Código Eleitoral Brasileiro e garantiu às mulheres o direito de votar e serem votadas pela primeira vez na história do país.
Coronel defendeu que a iniciativa legislativa é um passo concreto para ampliar a participação feminina nos espaços de poder. “A presença feminina no poder é fundamental para construirmos uma sociedade mais justa e igualitária e vamos seguir trabalhando para ampliar cada vez mais a participação delas na política!”, concluiu.
O projeto, que já passou pelo Senado, agora aguarda análise na Câmara dos Deputados. Se aprovado, representará uma mudança significativa na composição do Legislativo brasileiro, historicamente marcado pela baixa representatividade feminina. Dados do Inter-Parliamentary Union colocam o Brasil na 142ª posição entre 193 países em percentual de mulheres no parlamento, com apenas 15% de cadeiras ocupadas por deputadas federais.
A publicação do senador ocorre em meio a um momento político no qual ele negocia sua filiação a um novo partido após deixar o PSD, e deve compor a chapa oposicionista liderada por ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo da Bahia.



