O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), defendeu a renovação da concessão do aterro sanitário de Salvador, alvo de questionamentos por parte de entidades ambientais e da imprensa.
Segundo ele, a decisão seguiu critérios técnicos e representou a melhor alternativa para o interesse público.
“A renovação estava prevista contratualmente. Entre buscar uma nova concessionária ou renovar com a atual, estudos da Procuradoria, da Controladoria e de uma consultoria renomada apontaram que renovar seria mais vantajoso economicamente”, explicou.
De acordo com Bruno, a outra opção — romper com a atual empresa — poderia acarretar custos ainda maiores aos cofres públicos, devido a pleitos de reequilíbrio financeiro do contrato.
O prefeito também afirmou que o aterro possui, atualmente, pelo menos seis anos de licenças ambientais vigentes, e que a empresa está buscando renová-las para garantir a operação no período prorrogado. Caso não consiga, o município já avalia a necessidade de um novo local para destinação de resíduos sólidos.



