Presidente da comissão na Câmara, Léo Prates exalta ministro Waldez Góes por trabalho no combate aos desastres naturais: “ministro tem sido importante”

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O deputado federal Léo Prates (PDT), presidente da comissão de prevenção aos desastres climáticos da Câmara, destacou o trabalho do ministro Waldez Góes, do Desenvolvimento Regional do Brasil, após audiência para debater ações de enfrentamento à seca.

A reunião da CEDESNAT aconteceu na Assembleia Legislativa da Bahia, na tarde desta terça-feira (6). Após o ato, o ministro recebeu o título de Cidadão baiano proposto pelo vereador Tinoco (União).

“Sobre essa honraria ao ministro. Não, olha, o ministro tem sido importante, vocês vejam, na questão dos desastres climáticos. O ministro lidera o Brasil nisso, foi delegado a ele essa função e o ministro tem feito um excelente trabalho. Talvez muitas vezes não visto por vocês e eu acho que é importante a gente chamar a atenção”, destaca Prates.

“Eu presido a Comissão de Desastres Climáticos na Câmara e a gente vê o trabalho do ministro. Primeiro, a ação com o Legislativo do Fortalecimento do Fundo Nacional de Desastres. A gente tinha um fundo que não tinha receita, hoje a gente tem um fundo que tem receita. Então a gente pode organizar todo um sistema de prevenção. Lembrando que hoje o desastre climático, os especialistas levam a palavra desastre que acontece por dois fatores”, pontuou o político.

“A mudança do clima, a ameaça e a vulnerabilidade. Então a gente vai trabalhar essa questão da vulnerabilidade para mitigar os efeitos desses desastres climáticos que infelizmente serão mais comuns. Aqui na Bahia nós temos 70% do nosso solo em semi-árido. É que nós tenhamos nos próximos dois anos secas duras aqui na Bahia. Então, a gente está tratando da questão dos desastres em efeito transversal”, ressalta o parlamentar do PDT.

O deputado federal da Bahia citou como exemplo o combate integrado à seca.

“Como, por exemplo, estava aqui o presidente da Fundação Nacional de Saúde representando a ministra Anísia. Com a seca, você tem o chamo de desastre silencioso. Você tem um aumento de desnutrição e desidratação especialmente em crianças e idosos”, reforçou o deputado.

“No excesso de água, você tem aumento da leptospirose, por exemplo, como está acontecendo no Rio Grande do Sul e outras doenças. Então, a ideia é, a partir do fortalecimento do fundo, tendo o recurso, o ministro tem feito com a PUC um belíssimo trabalho para a estruturação no Brasil de um plano nacional de desastres transversal. Isso vai ser, acho que, o maior legado do Ministério da Integração Nacional e que a gente possa ter os recursos e o plano para poder agir com prevenção, com pronta resposta e no pós-desastre também”, apontou Léo Prates.

“Porque imagine no Rio Grande do Sul quantos pequenos negócios, quantas propriedades pequenas propriedades rurais estão destruídas e precisando ser reconstruídas. Então, eu acho que esse tema é importantíssimo para o Brasil e eu acho que a contribuição do ministro tem sido. Fundamental e veja a generosidade dele de vim à Bahia pra gente debater a questão da seca”, arrematou o presidente da comissão de combate aos desastres climáticos.

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