O vereador licenciado Henrique Carballal (PDT) voltou a defender o líder de Bruno Reis na Câmara Municipal de Salvador (CMS), o vereador Paulo Magalhães (UB).
Carballal deixou o cargo para cuidar da campanha da chapa Jerônimo-Geraldo em Salvador. Entretando, após o clima amenizar na Casa, o governador da Bahia, Rui Costa, decidiu que o vereador do PDT precisa voltar para animar o ambiente.
O parlamentar licenciado do PDT acusa vereadores da base de Bruno Reis de realizarem manobras autônomas sem consular o líder, em uma tática para “fritá-lo”.
“Na verdade o que há é uma perseguição a Paulo Magalhães, principalmente após Rui Costa nomear Zé Nunes no governo para Paulo Magalhães (PSD) assumir em definitivo o mandato. Isso que o Tinoco fez, de emitir nota questionando uma decisão que cabe ao presidente sobre a pauta e sessão é uma coisa desnecessaária; ele ficar fritando a liderança de Paulo, agindo a mando de ACM Neto. Essa fritura começou com o retorno de Kiki Bispo, aí Tinoco e Duda viram uma oportunidade, e agora todo mundo quer desgastar a liderança de Paulo. Isso é um absurdo, uma ingratidão quem sempre defendeu governo Bruno Reis e Neto”, ressaltou Carballal.
Na manhã desta terça-feira (10), o vereador Claudio Tinoco, líder do União Brasil na Câmara Municipal de Salvador, afirmou que não há havia acordo com a bancada do partido para a pauta de votação que acabou não acontecendo. Ele também criticou o fato de projetos irem ao plenário sem parecer das comissões além de outras irregularidades. O presidente da Casa, Geraldo Júnior (MDB), rebateu o político em nota, afirmando através de um artigo do regimento interno de que ele tem poder para determinar o que estará na pauta e ressaltando que não havia irregularidades.
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