O presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna (foto), afirmou que a estatal não vai aceitar intervenções, em um clara sinalização ao caminhoneiros que decretaram paralisação de 15 dias a partir de novembro.
Ele disse que a empresa não tem “legitimidade para controlar os preços de combustíveis” praticados no Brasil.
“Se prevalecesse a decisão de tentar represar preços via Petrobras, as outras empresas do setor iriam processar a companhia por preço predatório [artificialmente baixo] e venderiam seus produtos no exterior ou abandonariam o Brasil. O país já tentou medidas heterodoxas em outros momentos, sempre sem sucesso. Tabelar preços sempre trouxe as piores consequências econômicas para qualquer país que o faça. E ninguém imagina cometer erros velhos”, disse Silva e Luna ao OUL.


