O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), demostrou não guardar mágoa do senador e presidente do Partido Progressista, Ciro Nogueira, por uma declaração dada em 2018, em que classifica Bolsonaro de “fascista”. Ciro deve assumir o comando da Casa Civil nos próximos dias.
“O Ciro logicamente vai nos ajudar. Tem vídeo na internet de que ele me chamou de fascista lá atrás. Sim, chamou. Mas as coisas mudam. Quem não fosse Lula no passado não estaria na política. Tarcísio foi chefe do DNIT no governo da Dilma Rousseff. Vão querer que eu demita ele?”, ponderou o presidente em live transmitida pelas redes sociais na última quinta-feira (22).
Bolsonaro disse que não decidiu se vai disputar a reeleição, coisa que havia prometido não fazer no passado. Mas deixou claro que caso decida ir em busca do segundo mandato, o PP está entre as legendas que pode se filiar: “O PP pode ser um partido para eu disputar, pode ser. Conversei hoje com o José Maria Eymael. Ele disse que pretende disputar a eleição, pela última vez. Eu apenas conversei com ele e estou conversando”.



