Um levantamento da Record TV Itapoan/Instituto Real Time Big Data, divulgado nesta terça-feira (20), mostrou que o ex-prefeito de Salvador e atual presidente do Democratas, ACM Neto, lidera a corrida eleitoral ao Governo da Bahia em 2022.
ACM Neto aparece com 41% das intenções de voto na pesquisa estimulada, enquanto o senador do PT e ex-governador, Jaques Wagner (PT), contabiliza 27%, e o atual Ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), apontado como o possível candidato com o apoio de Jair Bolsonaro, soma 4%; Candidato do PSOL, o deputado estadual Hilton Coelho conta com 2%.
Em uma análise de segundo turno, o presidente do Democratas também levou a melhor, vencendo Wagner com 45% das intenções de voto contra 38%, e vencendo João Roma com 59% contra 15%. Na simulação entre Wagner e Roma, o petista venceria com 45% das intenções de voto contra 18% do candidato do Republicanos.
Brancos e nulos somam 11%. Entre os entrevistados, 15% não souberam ou não responderam a essa pergunta.
A pesquisa do Real Data Big Time foi realizada em todo o estado da Bahia entre os dias 13 e 15 de julho, com 1.200 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo. O nível de confiança é de 95%.
Perfil
ACM Neto é o candidato preferido em Salvador, na região metropolitana, no Centro-Norte/Nordeste e Centro-Sul baiano; Jacques Wagner lidera no Sul e no Vale São Francisco/Oeste baiano. O político do Democratas aparece em primeiro entre os eleitores homens e mulheres, entre todas as faixas etárias (16 a 24 anos, 25 a 44, 45 a 59 e 60 anos ou mais) e entre todas as faixas de renda (até dois salários mínimos, de dois a cinco salários, de cinco a 10 e acima de 10 salários). Neto também lidera entre evangélicos e católicos ACM.
Na pesquisa induzida de intenção de votos para o governo da Bahia, ACM Neto, com o apoio de Ciro Gomes, tem 35% das preferências. Já Jacques Wagner, com o apoio de Luiz Inácio Lula da Silva, tem 29%. Com apoio do presidente Jair Bolsonaro, João Roma (Republicanos) chega a 15%. E Hilton Coelho (PSOL), com apoio de Guilherme Boulos, vai a 2%.


