Giuseppe Janino, considerado o “pai da urna eletrônica“, afirmou, em entrevista à Crosué, que a “grande sacada” na concepção do equipamento é a sua ausência de comunicação externa, como wi-fi ou bluetooth.
“Para um hacker invadir a urna, ele teria de pegar uma de cada vez e tentar quebrar todas as barreiras de segurança. São barreiras físicas e mais de 30 barreiras digitais”, afirmou Janino, que foi secretário de Tecnologia do TSE.
Ele afirma que apesar do presidente da República, Jair Bolsonaro, falar em diversos casos de fraude, não houve até agora comprovação de nem uma sequer: “A realidade, apesar de toda essa avalanche de notícias falsas, é que nesses 25 anos de utilização da urna eletrônica, não há sequer um caso comprovado de fraude ou de tentativa de fraude que chegou próximo a ter sucesso.”



