Pivô da Faroeste, Adaílton Maturino é novamente alvo da Justiça

Maturino

Compartilhe essa notícia!

A Justiça determinou nesta segunda-feira (17), atendendo a pedido do Ministério Público estadual, a prisão do casal Adailton Maturino dos Santos e Gleiciane Souza Marturino dos Santos por envolvimento em fraudes investigadas pela Operação Immobilis, num valor de pelo menos R$2.200.000,00. Maturino ficou conhecido por se apresentar como cônsul de Guiné Bissau e organizar um esquema criminoso de grilhagem de terra na região Oeste da Bahia. Ele está foi preso pela PF em fase da operação Faroeste, que investiga um esquema de venda de sentenças na Bahia.

A justiça determinou ainda a indisponibilidade dos bens do casal, bem como de Cícero Rodrigues Ferreira Silva e Emanuela Moraes Lopes, até o valor apurado. Também foi decretado o bloqueio das contas vinculadas a eles. Adaílton e Gleiciane Maturino já estão presos em Brasília.

Os dois foram denunciados pelo MP por envolvimento no esquema investigado pela Operação Immobilis, que apura fraudes milionárias em registro e venda de imóveis.

Os denunciados são suspeitos da prática dos delitos de estelionato e organização criminosa, sendo supostamente responsáveis pela captação de magistrados que, através de atos de corrupção, estariam participando de ações criminosas que tiveram como vítimas instituições financeiras e terceiros de boa-fé.

A denúncia apontou a influência que Adaílton e Gleiciane Maturino teriam no Judiciário, se aproveitando do falso título consular e do falso prestígio com a nação estrangeira de Guiné-Bissau, para estabelecerem contato com membros do Poder Judiciário, o que facilitaria suas atuações nas fraudes que se estendem por, no mínimo, 7 anos.

Deixe seu comentário

guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Últimas