O pastor evangélico e deputado federal, Alex Santana, avalia que o STF (Supremo Tribunal Federal) não levou em conta o impacto social na decisão de retirar das atividades religiosas o caráter essencial em meio à pandemia do novo coronavírus.
“Acho que quem vive na igreja sabe o que ela faz, o trabalho social e assistencial que realiza. Na Bahia tivemos três casos nas últimas semanas de desequilíbrio. O Wesley, que surtou, um homem que se atirou do Elevador Lacerda e outro que tirou sua vida no imbuí. As pessoas estão lidando com a pandemia de várias formas, muitas adquirem doenças psicológicas, mentais. Quem vai à missa, terreiro, culto evangélico, vai para receber um apoio psicológico, espiritual, uma orientação”.
Alex lembra que não há no Brasil um registro de surto do coronavírus provocado por igrejas e lembra que até em época de guerra, há espaço para assistência espiritual: “É importante o funcionamento das atividades religiosas, nem em época de guerra se tolhe direito da fé, a figura do líder religioso é essencial”.



