Moradores do bairro de Jardim Campo Verde, no Ceasa, em Salvador, receberam uma nova Unidade de Saúde da Família (USF), na manhã desta quinta-feira (27). O novo posto fará até 300 atendimentos por dia. O prefeito ACM Neto fez a entrega e disse que estava satisfeito em estar lá. “A comunidade esperou mais de 10 anos para ter essa Unidade de Saúde da Família”, afirmou.
O investimento foi de R$ 1,2 milhão, e a nova unidade possui 561,64 m² de área. Duas equipes de saúde da família vão trabalhar no local. A estrutura dispõe de cinco consultórios clínicos e mais dois odontológicos, além de farmácia, sala de procedimentos, serviços de coleta, curativo, vacina e almoxarifado.
“Essa é a 13ª unidade de saúde que nós estamos inaugurando somente nesse período da pandemia”, destacou Neto, afirmando que até o final do ano haverá novas entregas de postos. “Não posso deixar de destacar essa evolução da atenção básica de saúde em nossa capital”, afirmou. “Salvador tinha a pior cobertura de atenção básica de todo Brasil, menos de 18% de toda população diretamente assistida pelo serviço básico de saúde”, afirmou. “Hoje já estamos com 56% de cobertura e a meta até o fim do ano é chegar até 60%”.
A USF também conta com sala de lavagem, esterilização, copa, vestiários masculino e feminino, abrigo de resíduos e seis vagas de estacionamento.O secretário de saúde Leo Prates também destacou a felicidade em abrir esse posto. “Acredito muito que o poder público deve estar próximo daqueles que mais precisam. Estamos em uma localidade de difícil acesso, comunidade que não tem serviços e o poder público não estava presente”, afirmou. “Serão duas equipes de saúde da familia, vai atender todas as enfermidades, vai atender em 100% essa comunidade”.
Leo disse também que até o final de setembro todas as unidades de saúde básica da capital estarão integradas ao programa Salvador Protege, de monitoração da covid-19 – no momento, são 50%. O secretário disse também que a tem acompanhado as pesquisas sobre os casos de reinfecção do coronavírus registrados no mundo. “Devemos fazer um inquérito epidemiológico porque o que alguns estão vendo é reinfecção em pessoas que não desenvolveram anticorpos”, disse, destacando que ainda é tudo muito novo. “A gente quer ver a situaçao epidemiológica aqui em Salvador”. Sesab e Fiocruz vão participar da iniciativa também.



