Rádio Peão: O SOMBRA

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O SOMBRA

Assim é conhecido no meio político, o deputado Eduardo Alencar. Alguns também o classificam, por motivos óbvios, como “sem luz própria”. Em recente entrevista, a um podcast da cidade de Ipiaú, de forma irresponsável lançou uma “teoria da conspiração”. Explico: Angelo Coronel tentou tomar o PSD na Bahia, falando diretamente com Gilberto Kassab. Soou ridículo, tendo o Deputado Diego Coronel rebatido de pronto; classificou o “delírio”, como “baboseira”!!!Civilidade em política, que fique claro, é muito diferente de “corrida de cavalos”.Prudência, deputado!Senão, vejamos…!!!

ALERTA VERMELHO

A pesquisa da Quaest acendeu um alerta daqueles: Flávio Bolsonaro aparecendo numericamente à frente de Lula em um eventual segundo turno. Para a ala petista, é motivo de preocupação; para a Bahia, beira o desespero. Afinal, quando até um reduto historicamente alinhado começa a dar sinais de desgaste, o problema pode ser mais profundo do que parece. Fica a pergunta que ninguém quer responder em voz alta: será apenas um recorte momentâneo…ou já é reflexo de uma gestão estadual que anda deixando mais dúvidas do que resultados?

ALERTA VERMELHO 2

Outro dado da Quaest joga um balde de água fria no discurso otimista: a maioria da população avalia de forma negativa o momento atual da economia. É aquele velho descompasso entre o que se anuncia e o que se sente no bolso. Enquanto os números oficiais tentam sorrir, o carrinho do mercado e a conta no fim do mês contam outra história. Para o governo de Lula, o recado é direto: não basta dizer que melhorou, tem que convencer quem paga. E, pelo visto, essa conta ainda não fechou.

A VISTA

O pedido de vista que travou a votação do projeto que propõe o fim da escala 6×1 caiu como uma luva no roteiro político: uma pauta com apelo popular, pronta para virar bandeira, agora estacionada, convenientemente, nas mãos da oposição. Para o governo de Lula, é o prato perfeito para explorar discurso e pressionar; para quem segura o processo, é a chance de controlar o timing e o desgaste. No fim, o trabalhador segue no mesmo ritmo de sempre, enquanto em Brasília o expediente parece outro: menos 6×1 e mais “segura aí que a gente vê depois”.

ELE ACREDITOU


A dúvida que levou uma semana para “existir” sobre a candidatura à reeleição de Lula soa como aquelas histórias que nem quem conta acredita muito, e, no caso, parece que só ele mesmo levou a sério. Porque, entre o discurso firme de “compromisso moral de não permitir que os fascistas voltem a governar” e o vai e vem sobre ser ou não candidato, o que sobra é ruído. E política até admite estratégia, mas não combina com indecisão encenada.

ONIPRESENTE

A tentativa da base governista de garantir quórum para votar o projeto dos professores acabou virando um espetáculo constrangedor: na pressa de fechar conta, incluíram até o “onipresente” Bobo, que, detalhe incômodo, estava viajando no momento da votação. Uma espécie de participação espiritual no plenário. Moderna, tecnológica, quase sobrenatural. No fim, o que era para demonstrar articulação política escancarou improviso e desorganização. Pegou mal…mal demais.

ATO FALHO

A súbita vontade de Rui Costa de debater com ACM Neto soa, no mínimo, curiosa: desde quando candidato a senado puxa para si o papel que, em tese, seria de Jerônimo Rodrigues? Até onde se sabe, governador debate com governador, ou pelo menos deveria. Mas, pelo visto, tem gente já se antecipando no roteiro, como se a eleição já tivesse outro protagonista definido. Fica a dúvida no ar: é só um ato falho…ou um ensaio de quem pretende voltar para o centro do palco?

TORTURA

Comenta-se à boca pequena que, na coordenação da chapa governista, existe uma “força tarefa” encarregada de transformar o discurso de Rui Costa. O fato é que, só de imaginarem as referências à sua família, em especial a sua genitora – ao bairro da Liberdade – ao pirão de café – ao sapato furado – à pescaria de piaba, e por aí vai, todos são tomados por um “estado de sonolência”. Ninguém suporta os discursos, que podem chegar a incríveis duas horas! Convencê-lo a mudar, é tarefa das mais difíceis.
Senão, vejamos…!!!

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