Marcelo Nilo afirma que acordo indicação de suplente teve anuência de Angelo Coronel

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 O deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) afirmou em entrevista à rádio Antena 1 nesta sexta-feira (17) que estabeleceu as condições para compor alianças políticas para as eleições de outubro deste ano. Um dos pontos que já foi amplamente divulgado nos meios de comunicação inclui a indicação de um nome para a suplência do senador e pré-candidato a reeleição Angelo Coronel (Republicanos).

Na ocasião, o parlamentar ressaltou que recebeu convites anteriores para disputar o Senado e citou episódios de sua trajetória política. “O cavalo só passa selado uma vez. No meu caso passou duas: em 2010 Wagner me adulou para eu ser senador, eu não quis, ele botou Pinheiro. Em 2014 quem me convidou foi ACM Neto, se eu fosse nós teríamos ganhado”, declarou.

O republicano ainda mencionou negociações mais recentes envolvendo o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (União Brasil). “Quis ser em 2022 e não deu certo. Em outubro Neto me disse: se Coronel não vier você vai ser o [candidato] senador. Aí Coronel veio. Depois eu quis ser vice e ele disse: ‘se Zé Cocá quiser, compreenda, vai ser ele’”, acrescentou.

De acordo com o deputado, diante desse cenário, ele apresentou propostas para viabilizar sua participação no grupo político. “Ele então me chamou para conversar e eu informei que seria candidato a senador pelo DC, sem tempo de TV, sem fundo partidário mas serei candidato a senador. Eu quero encerrar minha carreira política sendo candidato a senador”, continuou.

Nilo também deu detalhes dos termos do acordo firmado, incluindo a indicação para a suplência de Coronel. “Eu fiz três propostas, só vou contar a que deu certo. Eu ser deputado federal, hoje eu sou, indicar o primeiro suplente – eu pedi de [João] Roma mas ele já tem um compromisso – ele deu de Coronel, que eu indiquei Marcelo Guimarães Filho, ajudar Marcelinho Veiga, porque quando ele anunciou apoio a Neto perdeu seis ou sete prefeitos, e quarto eu participar do governo como secretário na área que ele achar conveniente, fechamos um acordo”, cravou.

Para concluir, o parlamentar fez questão de afirmar que conhece Coronel e reiterou que o senador é de cumprir os acordos.

“Coronel participou do acordo, eu conheço ele. Não guarda rancor, não guarda raiva. É um grande senador, eu vou trabalhar muito por ele e João Roma. Ele sabe que eu não abro, que foi feito acordo”, finalizou.

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