Leandro de Jesus voltar a criticar ausência de Comissão de Segurança e Direitos Humanos da Alba

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 O deputado estadual e pré-candidato a deputado federal, Leandro de Jesus (PL), voltou a criticar a não instalação da Comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Em entrevista ao OFFNEWS nesta terça-feira (14), o parlamentar disse que esta morosidade prejudica diretamente aos baianos.

“Isso a gente lamenta, porque o maior prejudicado sobre tudo isso é a população baiana. Nós estamos acompanhando diariamente a situação da violência em nosso estado, ela só se aprofunda. Ainda agora eu vim do extremo sul, onde produtores lá continuam a sofrer grave violência. Um senhor de mais de 70 anos de idade ficou cercado por faccionados travestidos de indígenas, por exemplo. E com tiros de fuzil, ele não perdeu a vida, por milagre de Deus”, declarou.

Na ocasião, o deputado afirmou que essa situação de violência está assolando todo o estado e reiterou a importância da atuação da Comissão.

“Onde a gente passa na Bahia essa situação de insegurança, de violência, as facções acabam impondo suas regras para pelo menos um quarto da população baiana, eu acredito até que seja mais, mas vem acontecendo isso de maneira grave. E essa comissão deveria estar discutindo as ações, as políticas públicas voltadas para a segurança, nesse sentido, como por exemplo, eu tenho inúmeros projetos voltados para essas questões, inclusive para combater, um programa de combate às facções criminosas”, acrescentou.

O parlamentar acrescentou que está disposto a retirar o nome da possibilidade de presidir a comissão, caso este seja o impecílio para a efetivação.

“Eu até disse, olha, se o problema é que está o meu nome aí, tira o meu nome. Aprova aí para tirar o meu nome, que eu não tenho nenhuma vaidade com relação a isso não, mas vamos fazer o dever de casa, vamos resgatar a paz aqui no nosso estado da Bahia, porque a população merece”, continuou.

Durante a entrevista, Leandro ainda fez questão de reafirmar que nada vai funcionar bem se a segurança pública não tiver funcionando.

“E nós sabemos que quando a segurança pública não funciona, o que mais vai funcionar? Vai funcionar a educação? Não. As pessoas vão ter medo de ir para a escola, as crianças estarão sofrendo ali com a pressão das facções, até dentro da própria escola. A economia vai funcionar? Não, porque nós estamos vendo aí, inclusive, os investimentos na Bahia diminuindo e até aqueles que já estão aqui operando, fechando as suas empresas, por medo das facções e da violência. Então assim, quando não há segurança pública, absolutamente nada funciona”, completou.

Para concluir, o parlamentar ressaltou que a comissão também trata dos direitos humanos e, defendeu que aqueles que não querem trabalhar não merecem reeleição.

“E aí a gente diz algo até para as questões dos direitos humanos, que também é uma temática aqui dessa comissão, tratar dos direitos humanos para os humanos direitos. Aqui também nós não estamos vendo isso acontecer. Então a gente lamenta mais que o povo baiano esteja atento sobre isso, porque estamos em ano de eleição. E aqueles que não querem trabalhar, também devem ficar de fora no próximo mandato”, concluiu.

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