Presente na posse do desembargador Maurício Kertzman Szporer no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), nesta quinta-feira (9), o ex-ministro da Cidadania e pré-candidato a senador João Roma (PL), voltou a fazer duras críticas aos governos do PT na Bahia e a afirmar que existe um cenário de insatisfação popular com a atual gestão.
Em entrevista à imprensa, o liberal falou sobre o desempenho do grupo político na Bahia cravou que há um histórico de promessas não cumpridas. “Um governo que não tem entrega, que não conseguiu melhorar a vida da população baiana. São 20 anos de PT, que muitas promessas foram feitas com bonitas propagandas, mas o PT não entrega o que promete”, declarou.
O ex-auxiliar de Bolsonaro ainda alegou que o estado estaria perdendo competitividade em relação a outros estados. “A Bahia está se prejudicando, inclusive ficando para trás em relação aos seus vizinhos”, disse.
De acordo com ele, esse cenário teria reflexo na avaliação popular do governo. “Tudo isso gera o que? Essa rejeição de mais de 50% do governo do PT. E é chegado o momento que a população quer mudança e ninguém vai ser feito de bobo. O povo baiano não é besta”, pontuou.
O liberal ainda criticou o ex-governador e pré-candidato a senador Rui Costa (PT), alegando que não houve retorno significativo para o estado durante sua atuação no governo federal. “Rui Costa passou agora esse tempão como ministro-chefe da Casa Civil e não trouxe legados para Bahia, não conseguiu trazer benefícios”, declarou.
Por outro lado, o postulante à Corte Alta, ressaltou o crescimento político do Partido Liberal (PL) no estado. “Nós, do PL, estamos muito felizes. O PL deve aumentar a bancada tanto na Câmara dos Deputados, quanto na Assembleia Legislativa da Bahia”, pontuou.
Para finalizar, ele ainda defendeu que o grupo político ao qual pertence tem avançado na construção de alianças. “Estou muito entusiasmado porque de dezembro para cá nós conseguimos avançar muito num arcabouço, num grupo, numa aliança unidos pela Bahia, onde nós poderemos, de fato, fazer as transformações que a Bahia e o Brasil necessitam”, concluiu.



