“Após crise, judiciário vive nova fase”, afirma Rotondano

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Em entrevista à TV Aratu nesta quarta-feira (18), presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), José Edivaldo Rotondano, declarou que a condução da Corte está baseada em princípios de transparência, lisura e responsabilidade institucional. Ao ser questionado sobre governança e integridade na administração do tribunal, Rotondano ressaltou valores pessoais e disse que busca aplicá-los à gestão do Judiciário baiano.

“Eu sou de Santa Inês, interior da Bahia, eu tenho os meus princípios dos quais eu não me afasto. Primeiro, a minha simplicidade, a minha humildade. Isso, qualquer pessoa pode ter acesso a mim em qualquer momento, a qualquer instante. As pessoas me têm pelo celular, pelo Instagram, por onde for, e eu não me recuso disso, não, jamais. Mas algo que a mim é muito caro. E disso eu não me afasto a hora nenhuma de nada. Da lisura dos atos que eu pratico, de ter a minha consciência tranquila, então eu não posso também dizer que eu não aplique isso na gestão do Tribunal de Justiça da Bahia”, declarou.

O gestor admitiu que o tribunal enfrentou dificuldades em anos anteriores, no entanto fez questão de pontuar que o cenário atual é diferente, com uma equipe comprometida e alinhada a padrões éticos.

“O Tribunal de Justiça da Bahia passou por momentos ruins. Eu estive no Conselho Nacional de Justiça por dois anos e praticamente pós-período em que este Poder Judiciário passou por situações não muito agradáveis. Então, primeiro, para confiar em mim, confiar o porquê-sabe da pessoa que eu sou. E eu queria deixar isso claro de que hoje o Poder Judiciário da Bahia, com o que eu pude levar para o Conselho Nacional de Justiça de Informações, acerca a nuances das pessoas que compõem o Novo Poder Judiciário da Bahia. O núcleo do judiciário baiano de uma forma diferenciada. Nós hoje somos pessoas completamente capazes, honestas, o Poder Judiciário da Bahia está formado por uma equipe, e quando eu digo equipe é o Poder Judiciário como um todo. De ponta, juízes extremamente responsáveis, magistrados, comprometidos, direitos que nós precisamos ter sempre”, acrescentou.

Ao concluir, o presidente ainda fez questão de destacar a importância da conduta dos magistrados, defendendo que o cumprimento da lei deve ser o principal norte da atuação judicial. “O juiz não precisa ser inteligente, ele precisa ser correto e observar que ele tem que cumprir a lei. Inteligência é um plus”, finalizou.

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