Governador Jerônimo Rodrigues participa da formatura da primeira turma da Polícia Penal da Bahia e defende unidade e ética na segurança pública

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Em cerimônia no CECBA, 260 novos agentes concluem formação da SEAP; chefe do Executivo estadual destaca importância de sistema integrado e respeito entre corporações.

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) participou, nesta terça-feira (17), da cerimônia de formatura do I Curso de Formação da Polícia Penal da Bahia, realizada no Centro de Cultura Cristã da Bahia (CECBA). O evento marcou a conclusão da formação de 260 alunos aprovados no concurso público da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) de 2024.

Em seu discurso, o governador fez uma defesa enfática da unidade entre as forças de segurança e da ética na atividade policial. “Eu tenho um desejo: que nós não podemos fazer disputa dentro da segurança. Não tem polícia maior, não tem. Eu posso dizer que eu tenho uma polícia de 200 anos, de 202 anos, que eu me orgulho, e tenho uma polícia penal mais novinha, mais caçula. Cada um na sua função. Não tem ninguém melhor”, afirmou.

Sistema integrado de segurança

Jerônimo destacou a importância da construção de um sistema único de segurança pública, que envolva municípios, estado, União e sociedade. “Nós lutamos para conseguir montar, inclusive com a ajuda poderosa do Ministério da Justiça, do MP, da Defensoria, da Assembleia Legislativa. Sonhamos e estamos fazendo isso para que o sistema único de segurança pública seja constituído nesse país”, declarou.

O governador comparou a atuação integrada a um time de futebol, onde cada um exerce sua função para que o “espetáculo” aconteça. “Sabe quando a gente está dentro de um campo de futebol, que tem a gente aqui na linha de frente, o goleiro, o juiz, a torcida, cada um fazendo sua parte. E o espetáculo depois é o que a gente quer: uma unidade em torno da polícia civil, militar, penal, dos bombeiros. Essa força tem um só objetivo: construir uma sociedade baiana de paz, uma sociedade baiana segura”, disse.

Ética como valor central

O governador também chamou atenção para a palavra “ética”, mencionada duas vezes pela oradora da turma durante o juramento. “Então não foi à toa que a pessoa que escreveu o juramento teve a preocupação de dizer ética; ética. Se alguém quer se unir e vestir a farda dessa polícia, ponha. A gente não pode passar a mão na cabeça daqueles ou daquelas que já estão na polícia e cometem coisa errada”, afirmou.

Jerônimo concluiu sua fala destacando a responsabilidade dos novos agentes e a expectativa da sociedade baiana. “O ambiente que vocês estarão trabalhando é um ambiente prisional e todos nós rezamos, oramos para que vocês sigam e cumpram a missão. A sociedade baiana, que paga vocês, que pagará vocês e que me paga, tem essa expectativa.”

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