Presente na entrega da nova Escola Municipal Maria Constância Moraes de Carvalho, no bairro do Lobato, na manhã desta segunda-feira (16), o líder do governo na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Kiki Bispo falou sobre a repercussão nacional envolvendo o Banco Master e cravou que a polêmica não deve atingir a oposição baiana, mas sim lideranças do Partido dos Trabalhadores no estado.
Ao ser indagado em relação a uma pesquisa recente que aponta que cerca de 40% dos brasileiros evitariam votar em candidatos associados a escândalos financeiros, o edil ressaltou que, caso esse sentimento se confirme nas urnas, o impacto seria maior sobre integrantes do PT na Bahia.
De acordo com Bispo, o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (União Brasil) não tem relação com eventuais irregularidades envolvendo o banco. “Neto não era prefeito, estava desenvolvendo sua atividade empresarial e nada tem a ver com os crimes financeiros praticados pelo Banco Master”, declarou.
Na ocasião, o vereador direcionou críticas a gestões estaduais ligadas ao PT. Segundo ele, o Banco Mastter ampliou a atuação na Bahia durante a gestão do ex-governador e atual ministro da Casa Civil Rui Costa (PT).
O parlamentar ainda pontuou que decisões administrativas relacionadas à venda da antiga Empresa Baiana de Alimentos e à concessão de operações financeiras envolvendo precatórios e consignados para servidores públicos estaduais. Para ele, essas medidas precisam ser esclarecidas pelas atuais lideranças do governo estadual.
“Quem tem que justificar é Rui Costa e Jerônimo Rodrigues, que foram os padrinhos do Banco Master para que ele ganhasse toda essa repercussão no Brasil”, cravou.



