Superintendente da Coelba diz que objetivo da empresa é um Carnaval com energia sem interrupção e com segurança

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Em entrevista à imprensa durante apresentação o planejamento operacional da Neonergia Coelba para o Carnaval 2026, A superintendente institucional da Concessionária, Maria Helena Farias, afirmou que o plano é resultado de um trabalho técnico iniciado ainda no período do verão. “São ações que envolvem a manutenção do sistema elétrico, contemplando todas as redes que atendem não só Salvador, mas todo o estado da Bahia”, declarou.

 A apresentação contou com a presença de representantes do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura de Salvador e de órgãos estratégicos envolvidos na organização da festa. E de acordo com a superintendente, o planejamento inclui manutenção, construção de novas redes, substituição de equipamentos e investimentos expressivos. “É um investimento de mais de R$ 290 milhões, que começa com o preparativo do verão e se conclui agora com o Carnaval”, acrescentou.

A gestora destacou que a operação vai além da atuação técnica da distribuidora e envolve integração com os entes públicos. “Esse trabalho envolve uma atuação conjunta com o Governo do Estado, com a Prefeitura de Salvador e com todos os órgãos envolvidos nessa grande festa”, continuou.

Maria Helena também aproveitou a ocasião para pontuar que as ações preventivas também estão sendo realizadas junto aos profissionais que atuam diretamente nos circuitos oficiais. “Já iniciamos o treinamento dos motoristas de trio elétrico e de carros de apoio”, disse.

A superintendente ainda ressaltou que o principal objetivo da operação é garantir fornecimento contínuo de energia aliado à segurança. “Queremos um Carnaval com energia sem interrupção, mas também com segurança, não só para os visitantes, mas para os moradores da capital, do interior e para todos os trabalhadores envolvidos”, pontuou.

Ao longo da apresentação, a gestora ainda abordou a lei estadual que proíbe o uso de serpentinas durante o Carnaval e ponderou que o cumprimento da norma depende de fiscalização.

Essa lei foi uma grande vitória e já percebemos uma redução significativa das ocorrências. Mas a Coelba não tem poder de polícia para apreender esse material. Por isso, contamos com o apoio do poder público para fiscalizar e garantir a segurança”, cravou.

Para concluir, Maria Helena fez questão de falar que a expectativa é que a atuação integrada fortaleça o cumprimento da legislação. “Só conseguimos fazer valer essa lei com fiscalização. Por isso, mais uma vez, contamos com o apoio dos órgãos públicos”, finalizou.

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