Jerônimo Rodrigues detona boatos sobre desistência da reeleição: “É fake news, é mentira”

Jerônimo

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Governador da Bahia afirma ser o “único pré-candidato” dentro do PT e diz que única disputa real é pela composição da chapa ao Senado, envolvendo Wagner, Coronel e Rui Costa

Em resposta direta aos rumores que circulam nos bastidores políticos, o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), classificou como “fake news” e “mentira” qualquer especulação sobre sua possível desistência da disputa pelo Palácio de Ondina. Em entrevista ao programa PodZé, da BNewsTV, nesta quinta-feira (22), o petista afirmou ser o único nome do partido na corrida e que o real desafio é definir os nomes para o Senado.

“Essas fake news que acontecem dizem que Rui já estaria se colocando como candidato ou pré-candidato é fake news, é mentira. Nós estamos muito bem resolvidos”, declarou Jerônimo. “Nosso desafio para fecharmos a chapa não é no campo da cabeça da chapa de governador. Eu sou o único pré-candidato. Estamos construindo esse ambiente para montarmos a chapa de senador. Mas nós encontraremos uma saída”, completou.

Disputa Interna no PT e o “Nó” do Senado
O governador reconheceu que, historicamente, quando há mais de um nome no PT, existe disputa interna, mas garantiu que essa não é a situação atual. “O cargo de governador não se abriu para qualquer tipo de pré-candidatura dentro do partido. Até agora, o único pré-candidato para a chapa da nossa pré-candidatura ao governo do Estado está composta por mim”, afirmou.

A declaração deixa claro que o único impasse real dentro da base governista é a definição das duas vagas ao Senado, que envolvem três pesos-pesados: os senadores Jaques Wagner (PT), Angelo Coronel (PSD) e o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). A dificuldade em acomodar os três nomes em apenas duas vagas tem sido a principal fonte de especulações e tensões na coligação.

A fala contundente do governador busca enterrar as especulações e reafirmar sua liderança na chapa, transferindo o foco da discussão pública para o que ele define como o verdadeiro “nó” a ser desatado: a costura da aliança para o Senado.

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