O presidente da Câmara Municipal de Lauro de Freitas, vereador Juca (PSDB) declarou nesta sexta-feira (16) que a cidade está passando por um momento de virada administrativa com a gestão da prefeita Débora Régis (União Brasil) e cravou crescimento eleitoral do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) no município, impulsionado de acordo com ele pelos resultados da atual gestão municipal.
A declaração do tucano ocorreu durante a abertura do Mica Lauro, carnaval fora de época que movimenta a cidade localizada na Região Metropolitana de Salvador neste fim de semana. Em entrevista à imprensa, o edil ressaltou o desempenho de ACM Neto nas eleições de 2022, quando disputou o governo da Bahia e destacou a força eleitoral do ex-prefeito mesmo em um cenário adverso. “ACM Neto teve 72 mil votos aqui em Lauro de Freitas, numa eleição em que nós éramos oposição. Então imagine agora. Hoje nós conseguimos fazer a prefeita, e o nosso maior líder político é ACM Neto. Eu tenho dito que ele chega fácil a 80 mil votos em Lauro de Freitas”, declarou.
Ainda de acordo com o chefe do legislativo laurofreitense, a mudança política na cidade enfrentou resistências em função de um histórico de mais de duas décadas de gestões anteriores e apontou que apesar dos desafios iniciais, a atual gestão tem conseguido entregar resultados concretos à população.
“Todos nós sabíamos que seria muito difícil essa mudança, porque existia uma cultura de mais de 20 anos, marcada pela empregabilidade política e pela falta de responsabilidade com o povo. Em apenas um ano da gestão da prefeita Débora Régis, já é possível ver o zelo com a cidade, a quantidade de ruas asfaltadas, o programa Fila Zero e outras ações importantes”, acrescentou.
O parlamentar ainda aproveitou a ocasião para citar obras estruturantes que estão em fase de licitação e que devem ser entregues nos próximos anos e para fazer uma análise do papel da oposição.
“Já existem licitações concluídas de praças públicas, campos de futebol e ruas, tudo isso para ser entregue a partir de 2026. É um processo de reconstrução. É papel da oposição apontar erros. Nós também já fomos oposição e sabemos ouvir críticas, porque elas ajudam a corrigir rumos”, concluiu.



