Em entrevista à imprensa durante entrega de 70 veículos a municípios baianos para o fortalecimento da rede de assistência social, por meio do programa Estrutura de Mobilidade no Sistema Único de Assistência Social (MobSUAS Bahia) na manhã desta sexta-feira (16), o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, contestou as críticas que foram feitas pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) que teria chamado o grupo político liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) de panelinha.
Rebatendo o ex-chefe do Palácio Thomé de Souza, Loyola afirmou que o grupo político que governa o estado não funciona como uma “panelinha”, e sim como um projeto coletivo, democrático e comprometido com a população baiana.
“Isso aqui não é uma panela. Isso aqui é uma coisa séria, de governo, de compromisso com o povo da Bahia”, afirmou Loyola, ao comentar a tentativa da oposição de rotular a aliança formada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro Rui Costa, pelo senador Jaques Wagner e pelo governador Jerônimo Rodrigues.
O titular da Serin ressaltou que o grupo político que governa a Bahia desde 2007 se sustenta no diálogo e na construção coletiva, sem imposições hierárquicas e fez críticas ao que chamou de práticas políticas do passado.
“Aqui nós não temos chefe. Nós temos líderes que são ouvidos e consultados. É um projeto em que todo mundo cresce. Quem é acostumado com chicote na mão, com dinheiro na outra e com agressividade, que carregue o seu histórico. Esse grupo acabou com essa forma de fazer política lá atrás. Aqui é democracia. Todo mundo conversa, todo mundo senta, todo mundo cresce”, acrescentou.
Cravando a reeleição de Jerônimo, Loyola aproveitou a ocasião para ironizar o cenário eleitoral da oposição e demonstrou confiança na continuidade do projeto político liderado por Jerônimo Rodrigues. “Para piorar para eles, vão ficar mais quatro anos fora do governo e não vão para a eleição do governador Jerônimo. Vivas e fortes”, finalizou.



