Governador Jerônimo e secretários condenam ataque dos EUA contra Venezuela

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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), condenou na manhã deste sábado o ataque dos EUA contra Venezuela que culminou na captura de Nicolas Maduro. Em uma postagem nas redes socias, o chefe do Palácio de Ondina criticou a ação adotada por Donald Trump e anunciou que o governo está tentando identificar a situação dos baianos que estão na Venezuela.

“Hoje, mais um país latino-americano sofreu grave agressão de uma potência estrangeira. Alinho-me ao posicionamento do governo brasileiro, que, por meio do presidente Lula, manifestou sua oposição firme em relação ao ocorrido. O Governo da Bahia está atuando para identificar a situação dos baianos que se encontram na Venezuela e agindo para que suas necessidades sejam atendidas pela Embaixada do Brasil naquele país, em conjunto com as dos demais brasileiros, bem como junto ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Seguimos firmes no compromisso contra a violência e a favor da defesa do diálogo e da convivência pacífica entre os países”, afirma a postagem do governador.

Além do chefe do Executivo baiano, secretários de governo também usaram as redes sociais para se manifestar e condenar o ataque. Titular da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, Fabya Reis, definiu o ato como inaceitável e disse que violou o direito internacional e a soberania do país.

“URGENTE! O ataque militar dos EUA contra a Venezuela é inaceitável. Trata-se da violação do direito internacional e da soberania do país, afetando a população civil de Caracas numa disputa por Petróleo. Que a justiça e a paz possam nortear as relações entre os países em 2026!”, disse Fabya.

Chefe da Casa Civil do governo Jerônimo, Afonso Florence, reiterou que o ataque militar promovido pelo presidente norte-americano viola a soberania de uma nação e prestou solidariedade aos venezuelanos.

“Manifesto minha solidariedade ao povo da Venezuela diante do ataque militar promovido pelo governo dos Estados Unidos, com bombardeios, em inaceitável violação da soberania de uma nação.  Esta ofensiva viola todas as regras do direito intencional que regem o pacto constitutivo das Nações Unidas, e o princípio do respeito à autodenominação dos povos. É mais uma ação motivada por interesses geopolíticos, e pelo controle de recursos estratégicos como o petróleo. A não intervenção, o respeito à soberania das nações, a autodeterminação dos povos e a paz, são os princípios para as relações multilaterais”, afirma Florence.

Já o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, afirmou que os Estados Unidos querem dominar o petróleo e os minérios e, alertou que do mesmo modo que atacou a Venezuela, Trump pode atacar outra nação.

“O que o Trump promoveu hoje foi um grave atentado à soberania de um país. Já fizeram isso outras vezes. Hoje foi a Venezuela, amanhã pode ser qualquer Nação que não se submeta aos interesses dos grupos econômicos que dominam os EUA. A América Latina e o mundo precisam se levantar contra essa violação do direito internacional”, disse o comunista.

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