Bruno Reis avalia impacto de pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e defende construção de alianças para 2026

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), comentou nesta quarta-feira (10) a indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL) como possível candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante a apresentação da regulamentação dos mototaxistas e a entrega de novos kits aos profissionais da categoria, em Salvador.

Segundo Bruno Reis, a movimentação no cenário nacional interfere diretamente nas articulações políticas nos estados, especialmente na composição das chapas majoritárias. Para o prefeito, quando um partido lança um nome para a disputa presidencial, isso impacta a formação de alianças regionais.

“Se o candidato é presidente e é de um partido que fomos apoiar, em tese esse partido já está contemplado na chapa majoritária”, explicou.

Bruno destacou que o União Brasil e o PP já trabalham com o nome do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência, o que exigirá diálogo com outras siglas para a construção de uma frente ampla. “A partir daí, nós vamos buscar alianças. Você vai ter que oferecer espaços na chapa para outros partidos”, afirmou.

O prefeito disse ainda que o debate eleitoral deve ganhar força apenas nos próximos meses, especialmente após o Carnaval. Segundo ele, a expectativa é de que as definições comecem a avançar até fevereiro, respeitando o ritmo natural da política baiana.

“Não temos pressa. Normalmente as coisas aqui acontecem depois do Carnaval. Ainda bem que esse ano o Carnaval é mais cedo”, comentou.

Ao finalizar, Bruno Reis defendeu que a oposição construa um nome competitivo, capaz de representar uma alternativa ao atual cenário político nacional. Para ele, o mais importante é apresentar um projeto de mudança tanto para o Brasil quanto para a Bahia.

“O fundamental é ter um nome que represente uma alternativa, um projeto diferente do que está aí. A Bahia vai mudar. Depois, a formação do time que vai entrar em campo vai se dar com base em todas essas conjunturas, inclusive a política nacional”, concluiu.

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