Jerônimo desconversa sobre “perda de aliados” e afirma que continua trabalhando

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Em entrevista à imprensa durante lançamento da Operação Verão 2025/2026, na manhã desta quarta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) evitou falar sobre a “perda de aliados”. Ao ser questionado sobre a “debandada” de deputados e prefeitos que integravam sua base e desembarcaram no grupo político do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil), o petista focou em falar sobre as ações de governo.

“Nós estamos trabalhando dia e noite e o povo quer trabalho. Nós da política, temos que entender que o povo às vezes fica ali observando a gente qual o comportamento de cada um. Eu realmente tenho feito um esforço muito grande para estar dia e noite, e vocês que são da imprensa, veem o esforço do meu grupo, do nosso grupo”, declarou.

Para defender sua tese, o chefe do Palácio de Ondina citou alguma dessas ações de governo que estão sendo realizadas estes dias e, que irão acontecer nos próximos.

“De manhã, bem cedinho, a gente aqui fazendo entregas, daqui eu vou para uma agenda no aeroporto. Depois, à tarde, o governo federal vai estar aqui fazendo um lançamento de turismo aqui na Bahia pelo destaque que a Bahia obteve. Essa agenda aqui de segurança é a operação verão, um verão mais seguro na Bahia até abril. Nós estaremos agora, sexta-feira, nós vamos lançar um grande programa, uma grande ação de combate ao câncer. Dia 27 é o dia nacional de combate ao câncer eu estarei indo em Vitória da Conquista fazer entrega de equipamentos e de trabalho e serviços contra o câncer, Caetité também receberá uma UNACOM de ações contra o câncer, o ministro Padilha estará vindo aqui para a gente poder em Lauro de Freitas entregar mais um hospital de cuidados prolongados”, acrescentou.

Na sequência, o petista aproveitou a ocasião para falar de forma bem sucinta que em seu grupo político ninguém é empurrado ou posto para fora.

“Da política, quando alguém desagrega, no nosso caso, não foi empurrado, nós não empurramos nenhum que está aí se movimentando, não foi. Se tiver as críticas que a gente faz dentro do nosso movimento, o movimento desde Wagner e depois Rui, todo mundo, vocês da imprensa, reportam isso, nós não temos a prática de empurrar ninguém, a gente dialoga”, continuou.

E para defender sua opinião que seu grupo é democrático e que as decisões são tomadas após diálogos, o chefe do Executivo baiano citou a situação da disputa para o Senado nas eleições do ano que vem.

“Está aí o tema da decisão sobre o Senado, a gente vai encontrar uma saída, não tenha dúvida que o grupo vai sair fortalecido, o senador Otto Alencar(PSD) é um parceiro nosso, os três senadores hoje, Otto, Coronel e Wagner, nós temos maturidade para isso, é da política um enfrentamento aqui ou ali, o interessante são os dois princípios, nós não vamos abrir mão da unidade do grupo e nós não vamos abrir mão de uma chapa competitiva para reelegermos o presidente Lula, aumentar a bancada federal, garantir os dois senadores e a nossa bancada estadual para a gente poder continuar trabalhando pela Bahia”, concluiu.

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