“Hoje a prioridade é ser candidato pela base”, diz Angelo Coronel que cita apoios recebidos por prefeitos das grandes cidades da Bahia, da Oposição e do Governo

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O senador Angelo Coronel (PSD) reforçou que não tem plano B à sua reeleição. Ele destacou que sua candidatura atende ao apelo de prefeitos, parlamentares e eleitores. Ele destacou que prefeitos e parlamentares da Oposição o tem procurado ou feito atos públicos para manifestar apoio, a exemplo do que fez o prefeito de Jequié e que deve fazer o de Luís Eduardo Magalhães.

“Eu sou hoje candidato pelo PSD, presidido por Otto Alencar , mas eu hoje estou representando um municipalismo, os prefeitos da Bahia. Eu converso mais de 90% do prefeito da Bahia que querem o Coronel, que é o senador municipalista, que é o senador que está lá para defendê-los”, ressalta Angelo Coronel.

“Então quer dizer, na verdade, a minha candidatura futura, se Deus ajudar que venha a ocorrer, ela está além do partido, ela está uma candidatura hoje, claro, apoiada institucionalmente pelo Partido PSD, tanto nacional como estadual, mas com a força maior do municipalismo”, aponta o senador da Bahia.

“Os prefeitos aqui que mais me animam a continuar no pleito. E hoje eu tenho recebido apoio de prefeitos de vários partidos. Semana passada foi o prefeito de Jequié, Zé Coca, que está sendo aí paquerado, cortejado pelos dois lados. Então se os dois lados, que é o governador e Neto, foram atrás de Cocá, porque o coronel não pode ir atrás? Eu fui atrás de Cocá, e Cocá expressou publicamente apoio ao nosso nome para o Senado. Vou estar conversando com o Marabá, de Luiz Eduardo Magalhães, vai fazer um ato também para externar apoio ao meu nome. Ontem Tiago Correia, líder da oposição, em Guanambi, ontem à tarde, está aí nas redes sociais, externou publicamente apoio ao anjo do Coronel”, arremata o parlamentar.

Coronel reforçou que tem o direito de ir à reeleição e que conta com o apoio do seu partido. Ele destacou que seu objetivo é ir à reeleição pela base do governador Jerônimo Rodrigues, ao qual se encontra, ele e seu partido.

“Eu até brinquei numa entrevista, numa rádio, que minha candidatura ao Senado, ganhando ou perdendo, ela é ‘imexível’. Eu botei na minha cabeça que eu sou candidato ao senador, é um direito que me assiste, é a Constituição que me dar o direito de da reeleição. Então se tem gente que quer a reeleição, eu também não posso querer? O Wagner quer eleição, porque o Wagner pode, eu não posso? O Jerônimo quer eleição, ele pode, eu não posso? Eu sou candidato à reeleição, só não serei se não tiver a legenda”, ressaltou o político.

“Se a base de Jerônimo não me desejar, não me querer, eu vou fazer o quê? Eu tenho que procurar um lugar que me dê uma sombra. Eu não descarto nada. Hoje a prioridade é ser candidato pela base. Hoje é pela base, a não ser que o partido venha a romper, que eu não acredito”, avaliou Coronel.

“Eu não gosto de andar em estrada, eu não gosto de ir pra inauguração de obras, não é meu ramo. Eu tenho um problema de audição, que eu perdi 50% da minha audição. Eu evito som alto. Então eu não tô lá pra poder pegar o microfone pra ficar só rasgando seda, não é meu ramo. Rasgando só elogio, e eu vejo as inaugurações, é só elogio, elogio, elogio, elogio, aquele discurso que cada um leva meia hora falando”, pontua o senador.

“Então meu estilo é diferente, é como eu tô fazendo, agora mesmo eu tô saindo aqui do seu programa, tô indo aqui pro norte da Bahia, um encontro com 26 prefeitos que me convidaram. Então essa é a minha campanha. Você vai pra Vitória da Conquista, a prefeita Sheila, minha amiga particular. Mas é oposição ao governo? É oposição ao governo, mas ela quer votar comigo, eu vou fazer o que? Zé Ronaldo de Carvalho quer também marcar o evento pra nos apoiar”, arrematou Coronel.

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