O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, apontou, durante convenção da chapa José Ronaldo (União Brasil) e Pablo Roberto (PSDB) para disputa à prefeitura de Feira de Santana, na noite desta terça-feira (30), no Ária Hall, o discurso de nacionalização da eleição municipal como “velho e com cheiro de mofo”. A tática da candidatura de Oposição na cidade, a PT, é de colar Zé Neto com o presidente Lula.
“Perderam várias (eleições) com esse discurso antigo, velho, do passado, que cheira a mofo como alguns deles. Um discurso que não colou em Feira de Santana, em Salvador, em Vitória da Conquista, várias cidades da Bahia há quatro anos atrás. Pois, trata-se de um discurso que não elege ninguém, não é esse suposto alinhamento que vai garantir que a prefeitura funcione, que as coisas, avancem, que a cidade tenha um bom prefeito, é a escolha que vai ser feito em outubro”, apontou o político.
“Então, o próprio adversário de Zé Ronaldo, aqui em Feira, já usei essa mesma conversa várias eleições e até agora perdeu e esperamos que mais uma vez prevaleça o amor por Feira e Zé Ronaldo vença essa eleição”, pontuou ACM Neto.
Oposição
Neto apontou que para eleição de 2024 houve um esforço em busca da unidade na maioria dos municípios. Ele avalia a estratégia como positiva e pontua que foram poucos os municípios onde a unidade não ocorreu.
“Feira é um exemplo de um esforço que deu certo com essa aliança de Zé Ronaldo e Pablo Roberto e o nosso desejo é entrar para dar apoio no que for preciso aos candidatos dos nossos campos político, do nosso partidos para no dia 06 de outubro ter a confirmação que o União Brasil e partidos que estão no nosso campo sairão vitoriosos nas grandes cidades. Eu acho que a gente pode pensar sim como um partido que vai governar sim um maior número de cidadãos em municípios, mão em quantidade de cidades, mas de habitantes, de população”, destacou ACM Neto.
“Já em relação ao equilíbrio das forças, ACM Neto concluiu que o que importa para ele é ser correto com quem sempre esteve ao seu lado, para chegar competitivo em 2026. “É retribuir o apoio que recebi há dois anos (quando disputou o governo do estado) e construir uma renovação política para o nosso grupo para chegarmos em 2026, independente de quem vai ser o candidato a governador, eu não quero antecipar absolutamente nada, mas para a gente chegar forte, competitivo, com condições para ter um grupo político forte na capital e no interior”, concluiu o vice-presidente do União Brasil.



