O PDT oficializou, em reunião com o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, em Salvador, a indicação do nome de Ana Paula (PDT) para continuidade na vice do prefeito Bruno Reis.
Ele explicou que não havia disputa interna por Léo Prates, deputado federal do partido, apesar de demonstrar interesse em ser prefeito, não ter se colocado como nome à disposição para função.
“O Léo nunca se colocou como candidato a vice de ninguém. O Léo se coloca como candidato a prefeito em 2028. A questão da vice, o meu cuidado, é só uma. Eu não posso impor à Convenção de indicação de vice, dependendo do candidato a prefeito. Como eu vou chegar a fazer uma convenção que não é a minha? Eu posso fazer indicação”, explicou Lupi.
“Para quem tem que aprovar isso é uma aliança formal de todos os partidos que fazem parte da comunicação. Então eu dependo ainda de uma palavra definitiva deles. Eu tenho que aguardar, porque senão estou queimando os navios, estou passando acima do tempo”, pontuou o político.
O presidente destacou que a decisão do PDT em Salvador é continuar apoiando Bruno Reis e que Ana Paula se torna assim o nome natural por já estar na vaga.
“A Ana já é a vice-prefeita da cidade. Nós temos a nossa decisão de continuar apoiando o Bruno Reis. E temos a decisão de continuar com a vice-prefeitura. É claro que ela é o nome natural, ela já é a vice-prefeita. O vice-prefeito, quando não é aceito pelo título, não tem nem cadeira para assentar”, brincou Lupi.
“Então o vice-prefeito tem que ser uma costura política em que, primeiro, o prefeito tem que querer. Segundo, tem uma base aliada de vários partidos que também tem que participar dessa decisão. Então repito, nós desejamos continuar com a vice-prefeitura com o PDT. O nome natural que já está da vice-prefeitura é a companheira Ana. E nós queremos que sim”, ressaltou ministro da Previdência de Lula.
“(…) Esse nosso espaço. Nós estamos com uma nominata que eu fiquei muito bem impressionado. O PDT vai fazer aqui Salvador de 5 a 6 vereadores. Eu quando cheguei lá na reunião com ele, achei que ia fazer 4. Depois que eu vi a nominata, já estou me entrando para 5 ou 6. E se houver mais alguma coisa, eu vou dar para 5 ou 6. Porque aí tem que acreditar no tipo de editar Então a nossa vez de reivindicação é continuar, mas repito, não podemos impor. Eu estou agora guardando os momentos políticos adequados para a decisão do prefeito e do partido”, concluiu o gestor.



