Em prestação de contas do Governo Jerônimo na ALBA, Robinho cobra explicações de onda de empréstimo e pagamento das emendas impositivas

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O deputado estadual Robinho (União Brasil) apontou, após participar da reunião de apresentação dos resultados dos primeiro quadrimestre de 2024, que está havendo uma desconexão entre discurso e prática. Enquanto o secretário aponta que o Estado está em equilíbrio fiscal, enquanto vários pedidos de empréstimo são feitos.

“O que eu simplesmente ouvi do secretário Manoel, que o Estado está com um equilíbrio fiscal maravilhoso, as contas em dia, e o poder de endividamento excelente. O Estado da Bahia é um dos estados que têm menos comprometimento de receita com dívida; muito bonito o pronunciamento, espero que seja e até porque eu acredito que Vitório é um secretário muito competente”, declarou o político.

“Agora, eu não concordo com o recorde de empréstimo que a Bahia tem feito, o governo Jerônimo tem feito. Nós estamos indo agora para o sétimo empréstimo, onde vai se juntar a mais de cinco bilhões e duzentos milhões de reais de empréstimo, já prevendo o próximo, que será de um bilhão e duzentos mil reais. E o que a gente está vendo acontecer na Bahia foi as promessas de campanha, parte sendo cumprida e parte paralisada”, criticou o parlamentar.

O político aponta que parte das promessas e compromissos do Estado, firmados na eleição de 2022, não estão sendo cumpridos: “Se você analisar o que é que surgiu de novo no governo de um ano e três e quatro meses do governo de Jerônimo, você não vê nenhuma ação efetiva. O que você vê é o que foi prometido em campanha, repetindo, parte sendo cumprida e parte estão paralisadas. Então, é esse o questionamento em resumo”.

Robinho pontuou que aproveitou o ato com o secretário de Fazenda para cobrar o pagamento das emendas.

“Fora da apresentação, nós cobramos a emendas impositivas, que é lei e que não fica em restos a pagar, mesmo que tem uma indicação de cada gabinete, cada deputado tem uma indicação do direito, que é por lei, sancionado pelo governador e que não são cumpridas essas emendas. Eu mesmo, no governo Rui Costa, fiquei sem receber minhas emendas, entrei com a ação judicial e está uma ação judicializada e ganha com decisão e não tem sido pago”, aponta o político.

“Então, o que acontece? As emendas, que é lei, não ficam em resto de apagar. Quando chega no final do ano, simplesmente cancela tudo. E os deputados, principalmente, principalmente da Oposição, fica sem receber parte de suas emendas”, critica Robinho.

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