Sem citar Geraldo Jr, Bruno Reis declara sobre chuvas: “Tinha muita gente rezando para pessoas as morrerem, perderem as vidas por interesse político”

Compartilhe essa notícia!

Sem citar o nome do vice-governador Geraldo Júnior (MDB), seu adversário na eleição de 2024, o prefeito de Salvador, Bruno Reis criticou o que classifica como torcida por mortes feita pelo adversário durante às fortes chuvas que abateram o município.

O prefeito negou que houve caos nos bairros e citou que em países de primeiro mundo, o nível de cima acima do esperado resultou em morte, diferente de Salvador.

“O que aconteceu na Alemanha, na Itália, nos Estados Unidos, na Bahia? Em que morreram um bocado… em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Pernambuco, não houve caos nenhum (em Salvador). Teve alagamentos como toda a cidade do mundo tem quando chove muito em pouco tempo. Agora, a gente, nós estamos indo para o quarto ano que não morre uma pessoa nessa cidade por causa das chuvas, por causa das obras de encostas que nós fizemos”, destaca Reis.

“Caos é quem fica torcendo para ter o caos. Tinha muita gente rezando para pessoas as morrerem, perderam as vidas por interesse político. Mas graças ao trabalho, 507 encostas feitas nesse período meio de ACM Neto. É mais do que todos os governadores, todos os prefeitos juntos, se usarem em toda a história. É por isso que a cidade está mais segura, mais resiliente, mais resistente”, pontuou o político.

“Grava aí. Está imune? Não. Pode gravar isso aí. Não existe cidade no mundo que resista à muita chuva em pouco tempo. Nem Salvador resiste. Pode acontecer fatalidade? Pode. Mas se fosse, meus amigos, há dias atrás, há anos atrás, a gente não estava hoje aqui comemorando, mas a gente estava no cemitério, dando apoio às famílias, chorando pela perda de vidas”, disse o gestor.

Alagamentos

O prefeito culpou o Governo do Estado pelos alagamentos na região de São Cristóvão e Vila Verde. Segundo ele, a barragem de responsabilidade do Estado tem aberto suas comportas sem avisar, alagando a casa das pessoas.

“Caos é quem tosse pelo caos. Tiveram alagamentos e nas áreas piores, resultado do (não trabalho) do Governo do Estado aqui em São Cristóvão, baixinha de Mussurunga, Cassange, porque abre a porta da barragem de vez, sem avisar as famílias, e alaga dentro da casa das pessoas”, denuncia o prefeito.

“Ontem entregamos cesta básica para todo mundo, semana que vem, três salários para recomprar tudo, geladeira, fogão, televisão, que queimou, o povo vai comprar. Agora essa obra, para ter solução, tem que o Estado fazer toda conformidade do canal, de lá da barragem, até entrar no canal do Rio de Paraguari, para ir no Bairro da Paz, saindo lá na orla, aí resolve o problema”, aponta o chefe do executivo de Salvador.

O prefeito de Salvador voltou a criticar os que torcem contra o município.

“Meus amigos, que parte da história esse povo não entendeu. A cidade hoje é outra cidade. Até a gente ver a água, em cima do teto, a água nas casas das pessoas, até o telhado. Onde é que teve isso, gente? E olha o que foi, a maior chuva do Brasil no único dia”, aponta Reis.

“Choveu 175 milímetros em duas horas. E a gente hoje tem aqui que realidade completamente diferente do passado. Aí não tem o que falar de quem trabalha, de quem mudou essa realidade. Aí fica querendo torcer essas aves de agouro que ficam torcendo o quanto pior melhor, fazendo críticas, como se não tivesse responsabilidade, como se não governasse esse estado há 18 anos. E tudo que acontece em Salvador é somente resultado da prefeitura”, diz o chefe do executivo de Salvador.

“Mas aqui em Salvador, tivemos no mês, nos primeiros dias do mês de abril, o dobro do que estava previsto para o mês todo. E a cidade é resistente, apesar dos que fazem sensacionalismo, dos que torcem conta, dos que ficam rezando para ter uma tragédia, contrariamos todos com o trabalho. E nada resiste ao trabalho, minhas amigas e meus amigos”, diz o político.

Deixe seu comentário

guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Últimas