Wagner descarta substituir Geraldo Jr. e abre o jogo sobre o cenário em Itabuna e Conquista

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O líder do PT no Senado Federal, Jaques Wagner, descartou a possibilidade de uma candidatura a prefeito de Salvador, ventilada nesta semana, e apontou que Geraldo crescerá no momento certo.

“Ele só vai decolar, mesmo sendo um cara mais conhecido e que já está em patamar muito mair do que eu, Rui e Jerônimo começamos. Campanha só acontece quando tem campanha. Isso vai acontecer, mas tem que ter paciência. Veja o que aconteceu nas primeiras eleições minha, de Rui e Jerônimo. Não estou dizendo que vai ser igual. Estou dizendo que a minha aposta é essa. Ele tem potencial”, destacou Wagner.

Ele também do cenário eleitoral nas cidades de Itabuna e Conquista durante assinatura de contrato do Governo do Estado com o Banco do Brasil para a criação do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Palácio da Aclamação, em Salvador, nesta sexta (22).

“Cada partido internamente não pode ser cerceado o direito de querer se colocar o seu candidato. Temos Itabuna. Evidentemente que, formalmente, a prerrogativa é do prefeito. Assentar na cadeira, vai para a reeleição. Geraldo tem todo o seu direito. Foi prefeito, foi deputado. É um quadro histórico nosso. Eu, aliás, acho que de repente a gente está brigando atoa. Porque numa eleição de um turno, você precisa saber para onde o voto de cada um vai se o cara não for candidato; entendeu?!”, pontuou o senador.

“Eu não conheço ainda essa pesquisa. Mas, por exemplo, se Geraldo se caracterizou como oposição, o Augusto, independente do PT, está apoiando o governo, está apoiando o Augusto, de repente ele divide votos da oposição. A briga não é essa”, sinalizou o senador.

“Conquista tem dois turnos. É o tipo de lugar que não tem porque ter muita agonia. Eu prefiro que saia logo junto no começo. Mas, óbvio, tem uma pessoa do MDB. Eu diria assim, do nosso lado, está resolvido. Vamos juntar no primeiro ou no segundo turno? Tem que sentar e conversar. Mas não tem agonia, que querendo ou não, a candidata do MDB e o nosso candidato PT, ambos são da base, seguramente vão fazer críticas à atual administração e, portanto, podem se somar e se somar no segundo turno”, avaliou o líder do Governo Lula na Câmara Alta.

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