Wagner confirmar vinda de Lula à Bahia e revela data, mas não crava participação nas eleições: “Vamos ver se a eleição será ou não nacionalizada”

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O senador líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner (PT), revelou que o presidente Lula vira à Bahia no dia 18 de janeiro em parte do seu processo de viagens aos estados após o foco em viagens internacionais no primeiro ano.

Wagner destacou que, apesar de acontecer em um ano eleitoral, a viagem não tem cunho eleitoral.

“Agora ele vai fazer viagens que não são eleitorais, são viagens de governo. Então ele vem para o Nordeste realmente, passa em dois ou três estados, encerra aqui na Bahia, no dia 19, uma pauta que tem a ver com a área de saúde, tem outras pautas também que ele está fazendo pelo conjunto dos estados”, revelou Wagner.

“Eu tenho a impressão que o presidente agora consumiu uma boa parte do primeiro ano com viagens internacionais e foi fundamental para jogar o Brasil de novo na agenda internacional, que ainda depende de investimentos estrangeiros. E eu diria que não que ele não vai viajar para o exterior, mas ele vai se concentrar muito mais na gestão e portanto viajando pelos estados do Brasil”, apontou o senador do PT.

Questionado se Lula estará presente na campanha em Salvador, o senador apontou que isso dependerá de uma avaliação do presidente.

“(Estará presente) Não sei ainda, porque repare, são cinco mil e tantos municípios. Pelo menos das capitais, nós estamos falando de 26 capitais e muitas cidades grandes. Aí vai depender um pouco da análise política dele, isso tudo está sendo construído. Evidentemente que a gente quer eleger prefeitos e prefeitas que sejam a nossa base de sustentação”, apontou Jaques Wagner.

“Vamos ver se a eleição será ou não nacionalizada, eu ainda tenho dúvida. Eu acho que o olhar do eleitor na eleição municipal é muito mais um olhar para a sua cidade, para a sua morada. Mas como tudo se polarizou muito na política nacional e internacional, vamos ver como é que ela vai se dar agora. Aí vai depender, evidentemente, o olhar sempre será das maiores cidades, de capitais e grandes cidades, mas ainda não há uma decisão dele se ele vai entrar, ele pode gravar matérias. Pode vir a começo, na verdade ele tem que governar, então não pode se dedicar totalmente ao processo eleitoral”, concluiu o ex-governador da Bahia.

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