Elmar avalia 1° ano do governo Lula e evita tratar do favoritismo na disputa à presidência da Câmara: “Fico lisonjeado porque meus pares falam no meu nome, vários partidos com simpatia”

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O líder do União Brasil na Câmara dos Deputados, Elmar Nascimento (União Brasil), avalia que está sendo lembrando pelos pares para assumir o comando da Câmara dos Deputados por força do trabalho que tem desenvolvido na Casa.

Elmar evitou se colocar como candidato e declarou que o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), irá começar os debates sobre sua sucessão após o pleito municipal deste ano.

“Olha, eu fico lisonjado por ter o nome citado, muito fruto da liderança que a gente exerce na bancada cada mais numerosa na Câmara dos Deputados, mas está muito cedo ainda para tratar desse assunto. O presidente Artur Lira está praticamente na metade do seu mandato, e no momento certo ele vai saber conduzir esse processo, que eu acho que ocorra depois das eleições municipais”, apontou Elmar Nascimento.

“Eu não sou… eu não estou como candidato à eleição, é só a partir de outubro, só se trata disso depois. Fico lisonjeado porque meus pares falam no meu nome, vários partidos falam de simpatia, mas eu respeito a presidência do presidente Artur Lira e ele vai conduzir esse processo no momento certo”, reforçou o político.

Lula

Ao ser questionado sobre o primeiro ano do governo Lula, Nascimento apontou que há aspectos positivos e negativos e garantiu que a Câmara dos Deputados tem sempre colocado os interesses do Brasil acima de tudo.

“Pontos positivos, pontos negativos, acho que na economia o ministro Haddad está tentando fazer tudo que é possível para que o país se mantenha numa situação de uma variável estável, e tem contado muito com a ajuda do Congresso Nacional. O Senado e a Câmara dos Deputados não têm faltado ao governo, sobretudo colocando os interesses do Brasil acima de tudo”, ressaltou Elmar Nascimento.

“Desde o início sempre a gente coloca os interesses do Brasil acima de tudo. Matéria que a gente entende que é importante para o governo, mas é importante para o país também, a gente vota; tem matéria que são pautas ideológicas, que a gente não concorda, e aí a gente não vota”, explicou Nascimento.

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