Após a aprovação de vários PLs nesta terça-feira (19), na penúltima sessão do ano, entre honrarias: Medalhas dois de Julho e Título de Cidadão Baiano, além da aprovação de títulos de cidades, semanas e dias de conscientização, o deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), presidente da ALBA, admitiu que a “falha” de não ter votado projetos no transcorrer do ano e prometeu que no próximo ano será diferente.
“Falha nossa, assumo, como presidente , mas acredito que seja uma falha coletiva, de toda Casa, que às vezes muitos projetos de resolução, comenda e título de cidadã acaba acumulando e não votando nas sessões normais. Assumo minha culpa como a dos deputados e garanto que não vai acontecer normalmente”, apontou Menezes.
“O importante é que votamos vários projetos importantes”, arrematou Adolfo, lembrando trava que impede deputados de gerar PLs que causem impacto orçamentários.
2 de Julho
O deputado estadual apontou que a mudança promovida pela Mesa Diretora após queixas das aprovações em massa de honraria, neste ano, surtiu efeitos: “Antes levava direito ao plenário, hoje quem quiser apresentar tem que ir para Mesa Diretora antes”.
Adolfo admitiu que não “houve acordo nenhum” para aprovação da Medalha 2 de Julho para Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, e nem para Janja, que deve ser apreciado, e admitiu que é preciso ter critérios para conceder a maior honraria do Estado para pessoas com relevantes serviços prestados à Bahia, e revelou que não preside sessões que não acha justo a entrega da honraria: “Questão individual de cada deputado, até porque o voto é secreto, não tem incômodo. Sem dúvida, até porque sou apenas o presidente, não tomo partido, não oriento. Todo mundo é dono do mandato, independente para apresentar projeto. Pode fazer uma retrospectiva, a maioria não presidi, os que eu acho que não é justo eu não presido. Não posso proibir que haja sessão, mas eu não presido”.



