Valmir Assunção diz que CPI do MST foi “palanque bolsonaristas derrotado” e defende: “Jacque Wagner está legitimada pela história, pelo trabalho dele”

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O deputado federal Valmir Assunção (PT), ao comentar o veto de Lula ao PL da Desoneração, demonstrou confiança de que o Congresso Nacional irá achar um forma de garantir uma redução de impostos dos 17 setores que mais empregam no Brasil e também uma margem de arrecadação para o estado.

“Sobre a questão do veto do presidente na desoneração, olha, o presidente tem toda legitimidade para vetar o que ele quiser; lógico que tem que ter sempre sintonia com a Câmara dos Deputado e com o Senado. Acredito que nós vamos votar o veto, nós vamos encontrar um caminho que possa atender à demanda dos empresários, atender à demanda do governo federal e a demanda dos trabalhadores, isso tem que ser a nossa pauta. Porque o Congresso Nacional tem que ser também um mediador, eu acho que isso nós vamos fazer”, apontou Assunção.

O petista defendeu o senador do PT, Jaques Wagner, após uma onda de críticas por voto contra decisões individuais do STF: “Olha, o voto do Jacques Wagner, eu acho que é normal, legítimo, sem nenhum problema. Houve um ruído, uma disputa muito grande sobre isso, de narrativa, mas acho que o Senador tomou uma posição coerente com o que ele sempre defendeu lá, junto com os seus pares, a maioria do Senado tomou uma decisão, ele, enquanto líder do governo, discutiu com os seus liderados e tomou essa posição sobre voto”, avaliou Valmir Assunção.

“A grande polêmica é porque o PT votou ‘não’ e que eu acredito que essa polêmica vai continuar porque essa decisão vai para a Câmara Federal. Na Câmara nós vamos discutir essa PECcom muito tranquilidade, e eu digo sempre que eu vou seguir o meu partido, o Partido do Trabalhador, agora eu acho que a decisão de Jacque Wagner está legitimada pela história, pelo trabalho dele, pela dedicação dele e também porque os pares no Senado votou: sim”, destacou Assunção.

O petista definiu a CPI do MST como um palanque bolsonaristas que foi derrotado, bem como ocorreu na eleição de 2022, e apontou que o governo Lula, apesar de avançar com a recriação do MDA e o fortalecimento do Incra, mas reforçou que o MST ainda aguarda o decreto da assistência técnica e do orçamento do órgão responsável pela demarcação de terra.

“Sobre a CPI, o relatório não foi aprovado e a CPI não tem condição de apresentar o relatório aos órgão de controle, mas lógico que hoje em dia todos tudo que se faz é investigado e acompanhado pelos poderes, pelo poder judiciário e pelos órgãos de controle. Então se teve algum erro durante essa construção do MST, é lógico que a justiça vai apresentar. É lógico que não houve nenhum inquérito e tenho certeza que não haverá. A CPI era um grande palanque bolsonaristas que foi derrotada como foi na eleição”, provocou Valmir Assunção.

(…) o governo Lula iniciou já no avanço, quando promete reestruturar o INCRA, quando cria o MDA, isso é o avanço, mas nós estamos na expectativa dos decretos da assistência técnica e também do orçamento do INCRA para podermos criar a infraestrutura dos assentamentos”, apontou o petista.

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