Bruno Reis lembra que governos do PT aportam milhões no Metrô por modal ser deficitário e critica: “falta sensibilidade, ao invés de aumentar o ICMS, poderia reduzir”

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O Bruno Reis (UB) voltou a dizer que está “à disposição” para tratar com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), sobre a crise no transporte público e no Metrô de Salvador.

Bruno fez questão de deixar claro que aguarda este encontro desde a eleição de Jerônimo.

“Na minha parte eu continuo à disposição para quando o governador entender que é o melhor momento e achar que é necessário a gente dialogar. Eu estou inteiramente à disposição”, destacou o prefeito de Salvador.

Reis lembrou que o Governo do Estado segue aportando milhões no metrô por força do não alcance diário do número de passageiros previsto em contrato. O aporte é feito desde o governo Wagner.

O prefeito tem apontado que é possível encontrar uma equação em que o metrô e o transporte público sobre rodas encontre um formato para evitar aportes do governo municipal e estadual, através de um subsídio federal às gratuidades, estudantes e desempregados.

“O custo do metrô quem está pagando é o governo pelos passageiros não transportados. E o custo aqui dos ônibus quem está pagando é a Prefeitura, ao invés dos usuários estarem pagando. E a população se fosse cobrar a tarifa não iria conseguir pagar”, apontou o gestor durante o Congresso de Magistatura e Seminário de Contas do Brasil, no Centro de Convenções.

“Por falta de sensibilidade do governo federal, que não dá o subsídio, e do governo do estado, que ao invés de aumentar o ICMS poderia reduzir. E esses recursos vamos ter que entregar para garantir que os ônibus rodem”, concluiu Bruno Reis

O chefe do executivo destacou que ao contrário de outros estado, em meio ao governo Bolsonaro, os gestores de Salvador e do Estado mantiveram uma excelente relação entre eles e com o judiciário e órgão de controle.

“A Bahia mesmo com as divergências políticas, por sermos de partidos opostos, sempre mantemos a melhor relação com outras esferas do poder, municipal e estadual, e com o judiciário e uma excelente relação com os órgãos de controle.

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