O presidente da BahiaGás, Luiz Gavazza explicou, em entrevista ao OFF News, que as especulações de privatização da empresa se trata da venda de papéis comprados e não de cotas. A decisão será adotada após a secretária da Fazenda terminar um estudo já em curso.
“O governo vai decidir o que fará com as ações que ele comprou, as ações que ele já tinha, isso foi reafirmado pelo governador, que não serão vendidas”, destacou Gavazza.
Luiz Gavazza destacou a Importância da parceria entre Petrobahia, Bahiagás e GNLink, firmada nesta quarta-feira (11), para expansão de gás natural no estado. Ele destacou que a BahiaGás, hoje, atende mais de 75 mil clientes em 22 municípios e é a maior concessionária pública de gás natural do Brasil, em um crescimento construído no início da gestão Wagner até os dias atuais.
O acordo, com vigência de dez anos e valor de R$ 214 milhões, envolve a Petrobahia, a Bahiagás e a distribuidora GNLink. Juntas, irão construir e operar uma unidade de processamento e distribuição de Gás Natural Liquefeito (GNL) e Gás Natural Comprimido (GNC) em Itabuna, no Sul da Bahia, atendendo aos mercados industrial e automotivo, com foco nas regiões sul, extremo sul e sudoeste do estado.
A distribuidora de gás natural GNLink comprará o gás da Bahiagás e cuidará da operação. A Petrobahia expandirá sua rede de postos de Gás Natural Veicular em toda a Bahia. Este contrato permitirá a expansão do gás natural em municípios atualmente não atendidos por gasodutos, como Vitória da Conquista e Juazeiro. O investimento total será de cerca de R$ 155,9 milhões, com R$ 125 milhões da GNLink, R$ 30 milhões da Petrobahia e R$ 900 mil da Bahiagás.



