Otto Alencar explica ‘porte de arma’ para Lula e critica arcabouço fiscal conservador: “tira muito a capacidade de Lula de avançar em alguns programas sociais”

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O líder do PSD no Senado Federal, Otto Alencar, criticou o formato do arcabouço fiscal apresentado pela Câmara em acordo com o ministério da Economia, que estabelece uma profusão de travas que engessam o governo federal para gastos sociais e emergenciais.

O senador avalia que, no formato em que se encontra, caso ocorra uma nova crise sanitária como uma pandemia, o governo federal terá que enviar uma nova PEC para pedir recursos em uma situação que requer ações urgentes.

“É conservador porque tira muita a capacidade de Lula em avançar em alguns programas sociais. Vou dar um exemplo, votei a favor do teto de gasto, que impediu na pandemia de Bolsonaro fazer qualquer investimento. Só nós no Senado não tivesse feito a PEC da vida, os estados e municípios não conseguiriam enfrentar”, destacou Alencar.

O senador explicou sua declaração que acabou gerando polêmica, sobre o presidente Lula (PT) ter que tirar “porte de arma”, foi uma ironia por força dos inúmeros gatilhos no texto, que inviabiliza o controle amplo do governo sobre o Orçamento Público:

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