Presidente da ALBA promete acionar STJ e STF contra abertura da CPI do MST

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O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes (PSD), declarou que apreciação do projeto que reajusta o salário do funcionalismo público estadual será feita na próxima terça-feira (16).

O projeto está sendo alvo de críticas de categorias por prever aumento de 4%. Associações do funcionalismo cobram alíquota de 9% para o reajuste, como fará o governo Lula.

“Ontem votamos às urgências, a oposição ia a Brasília e essa semana acredito que não terá mais votação e na terça-feira devemos estar votando. Tudo certo para votar terça, mas pode ter algum problema ou acordo. Nesses próximos dias devemos ter votado”, declarou Adolfo após reunião com Jerônimo Rodrigues.

“Projetos que envolvem funcionalismo público sempre foram polêmicos em todos os governos. Salários sempre insuficientes, pelo que acompanho. Os funcionários nunca se satisfazem, inflação, poder de compra… Mas o governador tem que trabalhar com o orçamento”, concluiu o político.

Adolfo aponta que o governo não tem condições de conceder o que os servidores pedem.

“As reuniões anteriores com o governador e com os líderes da Assembleia ele demonstrou que queria muito o que os funcionários merecem. Mas, infelizmente, pela capacidade hoje, a receita diminuiu, caiu 9% na Bahia. Ele tem que tomar todos os cuidados para não acontecer com estados ricos, como Minas Gerais e Rio Grande do Sul em dividir salário”, pontuou o presidente da Assembleia.

MST

Adolfo reafirmou que não irá contrapor a decisão judicial favorável à abertura da CPI do MST e que se preciso for, acionará o STJ e STF contra medida.

“Estamos dentro do prazo para fornecer as informações conforme as informações. Vamos pedir uma reconsideração, caso não não seja atendida, vamos até Brasília”, concluiu o deputado do PSD.

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